A Polícia Federal (PF) de Cáceres, em Mato Grosso, deflagrou uma operação contra a proprietária de um prostíbulo que usava as redes sociais para anunciar troca de serviços sexuais por ouro de garimpo ilegal.
A ação, batizada de Lençol de Areia, ocorreu na última sexta-feira (10/10). Seu objetivo era combater crimes de manutenção de casa de prostituição e usurpação de bens da União na região de garimpo ilegal. A Terra Indígena Sararé foi o palco da operação.
Investigação sobre ouro de garimpo ilegal revela esquema de prostíbulo
Tudo começou com uma denúncia anônima que apontou a existência de um prostíbulo e bar funcionando em uma área de garimpo ilegal conhecida como Garimpo do Cururu.
Posteriormente, os levantamentos da PF confirmaram a prática ilícita. A investigada vinculava o pagamento dos programas ao ouro extraído ilegalmente da terra indígena, evidenciando a ligação entre o ouro de garimpo ilegal e o crime.
Com as evidências em mãos, a 2ª Vara Federal Cível e Criminal de Cáceres expediu um mandado de busca e apreensão, cumprido na residência da investigada. O intuito era coletar mais provas e consolidar os indícios já reunidos.
As investigações seguem em andamento, com a Polícia Federal buscando identificar e responsabilizar todos os envolvidos nessa rede criminosa que se beneficiava do ouro de garimpo ilegal. Para mais informações sobre combate ao crime, acesse portal163.com.br.
Em conclusão, a operação demonstra o compromisso das autoridades em coibir atividades ilegais que exploram recursos naturais e violam direitos em áreas sensíveis.










