A CS Mobi inadimplência 700 mil está sob escrutínio da agência fiscalizadora Cuiabá Regula. Em um desdobramento recente, a agência demandou esclarecimentos nesta sexta-feira (10) sobre uma dívida acumulada de R$ 700 mil junto à Prefeitura de Cuiabá.
Essa cobrança milionária se origina do não recolhimento da taxa de regulação e fiscalização. Diante da situação, um pedido formal de providências foi enviado à Procuradoria-Geral do Município (PGM) para que as devidas apurações sejam realizadas.
CS Mobi: Um dilema fiscal em Cuiabá
Alexandre César Lucas, diretor-presidente da Cuiabá Regula, enfatizou que a CS Mobi inadimplência 700 mil representa um padrão de comportamento da empresa. “A CS Mobi nunca recolheu um centavo para que a agência exerça seu papel fiscalizador”, declarou Lucas, evidenciando a longa trajetória de omissão.
Segundo ele, a empresa tem sistematicamente evitado cumprir suas responsabilidades financeiras. Lucas sugere que tal postura visa, na prática, “asfixiar a atividade fiscalizatória da Cuiabá Regula”, limitando sua capacidade de atuação.
O diretor assegurou que “tomaremos todas as providências necessárias quanto a isso”, demonstrando a determinação em solucionar o impasse. É esperado que o município de Cuiabá também agilize a adoção de medidas urgentes para resolver a questão.
O objetivo primordial é garantir “a plena segurança de tudo que envolve essa suposta parceria público-privada”, conforme completou Lucas. Informações adicionais sobre os termos da parceria podem ser consultadas através dos contratos PPP Cuiabá.
Entenda a relação CS Mobi e Prefeitura em Cuiabá
A CS Mobi inadimplência 700 mil ocorre em um cenário de contrato de Parceria Público-Privada (PPP) firmado entre a empresa e o município. Este acordo abrange a gestão do estacionamento rotativo e a execução de obras importantes no Mercado Municipal Miguel Sutil.
O consórcio CS Mobi, responsável por essas operações, é formado pela fusão de três entidades: Areatec – Tecnologia e Serviços Ltda.; Promulti Engenharia, Infraestrutura e Meio Ambiente Ltda.; e CS Brasil Transportes de Passageiros e Serviços Ambientais Ltda.
Em suma, a atual conjuntura demanda atenção imediata e ações concretas para a regularização dos valores devidos e para assegurar a máxima transparência nas operações.










