O incêndio criminoso no Parque Estadual da Serra Azul, em Barra do Garças, resultou em uma pesada multa para o proprietário da área onde o fogo começou. O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) aplicou uma sanção administrativa de R$ 80 milhões. Essa ação visa responsabilizar pela negligência que iniciou as chamas.
Origem Criminosa do Incêndio no Parque Confirmada
A perícia concluiu que a origem do fogo foi criminosa, causada pelo uso inadequado de uma fogueira durante um acampamento. Dessa forma, a multa segue a Lei de Crimes Ambientais e seu decreto regulamentador. A aplicação de uma multa tão expressiva demonstra a gravidade do ocorrido.
O valor milionário da multa foi calculado com base na devastação de 6.667,27 hectares, tanto do parque quanto da Área de Proteção Ambiental (APA) Pé da Serra Azul. Ademais, a penalidade considera os danos ecológicos e os riscos à biodiversidade local. A força-tarefa para combater o incêndio criminoso no parque foi imensa, envolvendo aeronaves e equipes em solo.
O tenente-coronel BM Rafael Ribeiro Marcondes reafirmou a política de tolerância zero do Governo do Estado contra crimes ambientais. Segundo ele, a fiscalização é essencial para respostas firmes e exemplares. Portanto, o Estado não se omite diante de ações ilegais, comprometendo-se com a proteção ambiental.
Ademais, o laudo pericial foi encaminhado à Polícia Civil, que dará prosseguimento à investigação criminal. O proprietário da área responderá por crime ambiental, podendo enfrentar multas e até prisão. A legislação ambiental brasileira prevê sanções severas para tais atos.
O documento técnico servirá para orientar futuras estratégias de prevenção e educação ambiental. Isto é fundamental, visto que a área é sensível e próxima à zona urbana. A proteção do incêndio criminoso no parque é prioridade.
O Parque Estadual da Serra Azul já está reaberto à visitação, porém, o monitoramento continua. Recentemente, focos de incêndio foram combatidos nas proximidades. Um homem foi preso em flagrante por atear fogo à vegetação, respondendo também por crime ambiental.
O laudo pericial, elaborado pelo CBMMT, utilizou dados geoespaciais e análise de vestígios. Cinzas, troncos queimados e indícios de fogueira foram encontrados. Folhas com sinais de congelamento térmico indicaram o início do foco. Consequentemente, o laudo concluiu que o incêndio foi causado por ação humana negligente.
Para mais informações sobre o trabalho de prevenção e combate a incêndios, consulte o portal em portal163.com.br.







