A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) realizou, em Tangará da Serra, uma audiência pública crucial para discutir as melhorias Energisa Tangará. O evento, sediado no auditório da OAB-MT, reuniu diversas autoridades e a comunidade local para expressar suas insatisfações.
Audiência pública foca em melhorias Energisa Tangará
Requerida por deputados como Chico Guarnieri e Dr. João, a reunião faz parte de uma série de debates sobre a concessão da Energisa. O objetivo é coletar reclamações e apresentar um relatório detalhado sobre as demandas da população. Portanto, a próxima parada será em Rondonópolis.
O deputado Chico Guarnieri enfatizou a importância de não renovar a concessão antes do fim dos debates, buscando suspender antecipadamente o processo, se necessário. O foco, segundo ele, é garantir melhor fornecimento de energia e respeito aos cidadãos de Mato Grosso.
Entre as principais queixas, destacam-se a falta de investimentos, falhas na manutenção e um atendimento considerado precário. Por exemplo, a substituição da rede monofásica por trifásica foi um pedido específico de produtores rurais.
Produtores locais relataram perdas significativas devido à falta de energia, com redes monofásicas que inviabilizam o desenvolvimento. Em suma, a baixa qualidade do serviço afeta a produção e o crescimento econômico da região.
Prefeitos da região corroboraram as dificuldades, ressaltando que o crescimento local é prejudicado pela má qualidade do fornecimento de energia. É fundamental, portanto, que sejam realizados investimentos que realmente atendam às necessidades da população. O fornecimento de energia é um entrave para a industrialização do estado.
Representantes da Energisa asseguraram que a empresa está preparada para continuar os serviços e que este ano haverá um investimento recorde de R$ 1,6 bilhão. No entanto, a população espera que as melhorias Energisa Tangará sejam de fato implementadas.
A concessão, que começou em 1997, tem contrato com a Energisa até junho de 2026. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e o Ministério de Minas e Energia decidirão sobre a renovação ou reversão do serviço. Assim, a pressão por melhorias Energisa Tangará continua.
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