Escolta para Policiais Ameaçados: Projeto em MT Garante Proteção

Policiais em treinamento de segurança, demonstrando prontidão para escolta especializada.
Projeto de lei em MT visa criar programa de proteção continuada com escolta para agentes de segurança pública.
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O deputado estadual Elizeu Nascimento (PL), reservista da PM, apresentou um projeto de lei para instituir em Mato Grosso um Programa de Proteção Continuada a Agentes de Segurança Pública (PPCASP). Esta iniciativa visa atender policiais ativos, inativos e seus familiares que se encontram em situação de risco, em consequência do exercício da profissão, buscando garantir a escolta para policiais ameaçados.

Critérios para a Proteção de Policiais Ameaçados

As medidas de proteção englobam escolta policial, reforço na segurança e apoio psicológico. Além disso, o programa prevê mudança temporária de residência, transferência funcional ou realocação provisória e monitoramento de inteligência. Tudo será observado conforme a proporcionalidade de cada caso.

Elizeu define que, para fins da lei, serão considerados agentes de segurança pública: integrantes da Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, Sistema Prisional e Socioeducativo, Guardas Municipais e servidores em funções de apoio ao direito à Segurança Pública. O deputado destaca que o objetivo é preservar a vida, integridade física e psicológica dos agentes e de suas famílias.

Ademais, o programa visa reduzir a vulnerabilidade dos servidores expostos a ameaças ou retaliações. “A atuação firme contra organizações criminosas, facções e delinquência em geral frequentemente os expõe a retaliações, ameaças e riscos concretos à vida”, ressaltou o parlamentar. Portanto, a criação de um programa de escolta para policiais ameaçados é fundamental.

Caso aprovado na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) e sancionado pelo governador Mauro Mendes (União Brasil), será criado o Conselho Gestor do PPCASP. Este órgão colegiado terá representantes das Forças de Segurança, além de indicados do Ministério Público (MPMT), da Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Mato Grosso (OAB-MT) e da Defensoria Pública (DPMT). Eles serão responsáveis pelos critérios e procedimentos para inclusão ou exclusão de agentes no programa, bem como pelos níveis de risco. Essa proposta surge dias após a morte do ex-delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo, Ruy Ferraz Fontes, conhecido por seu enfrentamento ao PCC, que o considerava um de seus maiores inimigos.

Para mais notícias sobre segurança pública em Mato Grosso, acesse o portal em portal163.com.br e fique por dentro dos acontecimentos regionais. A iniciativa de garantir a escolta para policiais ameaçados é um passo importante.

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