O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), anunciou um projeto ambicioso de corte de gastos que visa a fusão de secretarias. A proposta de fusão secretarias cuiabá prevê a união da Secretaria de Planejamento, atualmente sob o comando de Nivaldo de Almeida Carvalho Júnior, com a de Assuntos Estratégicos, liderada por Murilo Bianchini. Dessa união, surgirá a nova Secretaria Municipal de Planejamento Estratégico e Orçamento. Portanto, essa alteração tem o objetivo claro de otimizar recursos.
Nova estrutura e o cargo de Secretário Municipal de Orçamento
A nova estrutura contemplará dois GDA-1, com atribuições distintas para o Secretário Municipal de Planejamento Estratégico e o Secretário Municipal de Orçamento. Notavelmente, o secretário de Orçamento será o ordenador de despesas.
Ademais, a proposta garante que não haverá aumento de despesas ou criação de novos cargos. A alteração se resume a um remanejamento e fusão das pastas existentes, com o devido remanejamento orçamentário.
Entretanto, o projeto de fusão secretarias cuiabá também prevê a extinção do cargo de Secretário Chefe de Gabinete do prefeito. Este cargo, CDA-1, será remanejado para a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho, Turismo e Agricultura (SDTA).
Por meio dessa movimentação, será criado o cargo de secretário municipal de Trabalho e Emprego. Este será chefiado por Willian Leite de Campos, que já atuou como Chefe de Gabinete de Abilio. Willian Leite de Campos foi exonerado em setembro por motivos particulares e retornou recentemente a um cargo comissionado na SDTA. Após a aprovação do projeto, ele reassumirá um posto com status e salário de secretário.
Por outro lado, Fernando Medeiros, atual secretário de Desenvolvimento Econômico, Turismo e Agricultura, continuará como ordenador de despesas de sua pasta.
O texto da proposta foi protocolado no Legislativo na sexta-feira (26) e será apresentado na sessão seguinte. A tendência é que o projeto tramite em regime de urgência especial, caso seja solicitado pelo líder Dilemário Alencar (União) e conte com a anuência de 18 parlamentares, permitindo sua apreciação ainda na terça-feira.
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