O deputado estadual Gilberto Cattani (PL) expressou pesar pela situação do ex-presidente, que já ultrapassa 50 dias em Bolsonaro prisão domiciliar. A medida restritiva foi estabelecida em 4 de agosto, após o ex-chefe do executivo desobedecer determinações sobre o uso de plataformas digitais.
Cattani criticou veementemente o cenário, classificando-o como uma detenção injusta. Ele ressaltou que, mesmo após 53 dias sob restrições, os esforços para silenciar a direita, representados por seu líder principal, jamais serão eficazes. Assim, a busca pela liberdade prossegue.
Bolsonaro prisão domiciliar: detalhes do caso
As sanções impostas por Alexandre de Moraes ao ex-presidente incluem a utilização de uma tornozeleira eletrônica. Adicionalmente, o uso de redes sociais, inclusive por terceiros, foi vedado. Esta determinação surgiu no contexto do inquérito que investiga o deputado Eduardo Bolsonaro.
O filho do ex-presidente é alvo de apuração por supostamente cooperar com o governo dos Estados Unidos. O objetivo seria tramitar retaliações contra o atual governo brasileiro e ministros do STF. A investigação apura, portanto, o envio de valores, via Pix, para custear a estadia de Eduardo no exterior.
Em 24 de setembro, a equipe de defesa de Bolsonaro pleiteou ao STF a anulação das medidas. Entre elas, constam a detenção em domicílio e a proibição do uso das redes sociais. Contudo, a condição de Bolsonaro prisão domiciliar ainda se prolonga.
Confira a publicação original do deputado Cattani:
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