O Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu trechos da Constituição de Mato Grosso que criavam requisitos para novas unidades de conservação em propriedades privadas. A decisão atende a um pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR), removendo barreiras que dificultavam a expansão dessas áreas.
STF afasta requisitos para unidades de conservação Mato Grosso
A Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 7842, movida pela PGR, questiona regras da Emenda Constitucional 119/2024. Portanto, essas regras condicionavam a criação de novas áreas à porcentagem de regularização fundiária e à disponibilidade orçamentária, impedindo avanços na proteção ambiental.
O ministro Alexandre de Moraes acatou o pedido, apontando indícios de violação à competência da União. Ele destacou a urgência para evitar danos ambientais significativos no estado.
Na prática, a norma estadual impedia a ampliação de áreas protegidas com base em questões de regularização fundiária e orçamentárias. Com isso, a decisão visa remover obstáculos à proteção ambiental, garantindo que a legislação federal prevaleça.
“Há evidente obstáculo à proteção ambiental de novos espaços”, ressaltou o ministro em sua decisão. Portanto, a norma estadual impunha condições não previstas na legislação federal, criando entraves desnecessários.
Assim, o STF entende que a norma estadual invadia a competência da União sobre tutela ambiental. Adicionalmente, a decisão reforça o direito a um meio ambiente ecologicamente equilibrado, fundamental para o futuro do planeta.
A PGR argumentou que os requisitos, como a regularização de 80% das áreas existentes, eram restritivos demais. Dessa forma, a decisão busca garantir a expansão das áreas de preservação, protegendo a biodiversidade local.
É fundamental que se avance na criação de unidades de conservação Mato Grosso, garantindo a proteção ambiental. Saiba mais sobre as ações ambientais em nosso portal: Notícias do Meio Ambiente.
Em suma, a decisão do STF abre caminho para novas iniciativas de preservação no estado. A medida é vista como crucial para o futuro ecológico de Mato Grosso, assegurando o equilíbrio dos ecossistemas.
Portanto, a suspensão desses requisitos é um avanço significativo. Isso permite que o estado avance na criação de unidades de conservação Mato Grosso, protegendo seus ecossistemas vitais para a região.









