O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), apresentou um dossie contra CS Mobi, questionando um contrato de Parceria Público-Privada (PPP) de 30 anos. Ele levanta suspeitas de possível direcionamento licitatório. Assim, a CPI investiga a revitalização do Centro Histórico e a reconstrução do Mercado Municipal.
Dossiê contra CS Mobi levanta suspeitas sobre contrato
Abilio considera o contrato danoso à municipalidade. A CS Mobi obtém lucros com a parceria, arrecadando com estacionamento e exploração de futuros empreendimentos. Portanto, ele sinaliza a intenção de rompimento de contrato, evitando multas estimadas em R$ 135 milhões. Ele apresentou um volumoso conjunto de documentos da fase pré-contratual.
No entanto, durante entrevista, Abilio foi questionado sobre o risco da CPI terminar sem conclusões relevantes. Ele demonstrou confiança no trabalho da Câmara. Disse que acredita que ainda há margem para mais investigações, sugerindo uma possível prorrogação do prazo. “Acredito que não [terminaria sem conclusões]. Porque a gente está trabalhando para auxiliar”, afirmou.
Ademais, o presidente da CPI, vereador Rafael Ranalli (PL), planeja montar uma força-tarefa. O objetivo é analisar os dados apresentados pelo prefeito. Por conseguinte, busca-se cumprir o prazo sem a necessidade de dilação, focando nas falhas do contrato, e não na sua elaboração.
Atualmente, Abilio reclama do “sequestro” de R$ 5 milhões mensais do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Esses valores foram dados como garantia à empresa. Entretanto, um funcionário da CS Mobi foi flagrado gravando depoimentos no Plenário da Câmara. Ele teve dois celulares apreendidos temporariamente, mas os aparelhos foram devolvidos.
Em resumo, a apresentação do dossie contra CS Mobi é um marco importante na CPI. O desfecho da investigação ainda é incerto, mas a transparência dos fatos é buscada por todos os envolvidos. Para mais informações sobre o caso, acompanhe as atualizações em nosso portal: Notícias da CPI.









