Anistia esquerda ditadura: Entenda o caso e as críticas

Manifestação política com pessoas erguendo bandeiras, remetendo a debates sobre anistia e ditadura.
Discussão sobre a anistia na ditadura e sua aplicação atual.
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O governador Mauro Mendes (União Brasil) classificou como “hipocrisia” os protestos da esquerda contra o projeto de lei que anistia condenados pelos atos de 8 de janeiro. Segundo o governador, a esquerda já se beneficiou da anistia esquerda ditadura no passado.

“Ladrões de banco da esquerda” tiveram anistia

Mendes relembrou a anistia ampla, geral e irrestrita de 1979. Portanto, ele declarou que “muita gente que cometeu crimes terríveis pertencente à esquerda já foi anistiada nesse país”. Em suma, o governador pediu para que “larga de ser hipócrita”.

Além disso, o chefe do Executivo comparou os atos de 8 de janeiro a protestos do MST. Ele lembrou que militantes de esquerda já invadiram prédios públicos e vandalizaram patrimônio.

“Aquelas pessoas protestaram. Erraram? Claro que erraram. É errado invadir e quebrar patrimônio público”, pontuou Mendes. No entanto, ele ressaltou que “viu muitas vezes o MST fazer isso e não viu nenhuma vez o MST ser condenado a 14, 17 anos de prisão”.

Comparação com atos de 8 de janeiro

Por outro lado, Mauro Mendes voltou a descrever os manifestantes de 8 de janeiro como “velhinhos e velhinhas”. Desta forma, ele rejeitou a comparação com opositores da ditadura militar. A anistia esquerda ditadura é um ponto sensível para o debate.

“Eu não vi nenhuma daquelas velhinhas, daqueles velhinhos, daquelas pessoas [dos atos de 8 de janeiro] matando ou roubando, como algumas vezes aconteceu na história do país”, concluiu o governador.

Enquanto isso, o PL da Anistia tramita na Câmara dos Deputados. O relator, deputado federal Paulinho da Força (Solidariedade-SP), sinalizou que a matéria será desidratada para PL da Dosimetria. A revisão das penas substituirá a anistia proposta.

Para mais informações sobre debates legislativos, acesse: Política em Mato Grosso.

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