A presidente da Câmara de Cuiabá, vereadora Paula Calil (PL), reiterou o compromisso com a autonomia da CPI da CS Mobi. Portanto, a parlamentar garantiu que a comissão, que apura o contrato da empresa com a Prefeitura, entregará respostas concretas à população, sem desfechos inconclusivos.
Autonomia da CPI assegura investigação rigorosa
A parlamentar destacou que a autonomia da CPI é fundamental para a apuração. O término dos trabalhos está previsto para 10 de outubro, e Calil assegurou que a investigação não será encerrada sem resultados firmes. Além disso, ela afirmou: “Estamos caminhando para a fase final, que possui poder de investigação. Após a conclusão, o relatório final será encaminhado às autoridades competentes para que adotem as medidas cabíveis”.
A comissão foi instaurada em fevereiro deste ano para apurar possíveis irregularidades na Parceria Público-Privada (PPP) com a CS Mobi. Em suma, a investigação visa o sistema de estacionamento rotativo na capital, que inclui a revitalização de vias e a entrega do novo Mercado Municipal Miguel Sutil.
Segundo Paula Calil, todas as etapas estão sendo cumpridas com rigor. Por exemplo, ela ressaltou o trabalho de mais de 200 dias, analisando documentos e ouvindo depoimentos. Dessa forma, a transparência do processo é garantida, com acompanhamento jurídico constante.
O objetivo principal é avaliar a legalidade das cláusulas contratuais e a vantajosidade do acordo para o município. Ademais, será analisado o repasse mensal de R$ 650 mil. Assim sendo, o relatório final indicará recomendações administrativas ou judiciais.
Na sessão desta quarta-feira (24), a comissão ouviu o prefeito Abílio Brunini. No entanto, o gerente-geral da CS Mobi, Kenon Mendes de Oliveira, não compareceu, justificando ausência por nota oficial. Portanto, os membros da comissão deliberarão sobre nova convocação do dirigente nesta sexta-feira (26).
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