A CS Mobi, empresa responsável pelo estacionamento rotativo em Cuiabá, criticou duramente a postura do prefeito Abilio Brunini (PL) e recusou o convite da Câmara Municipal para a reunião da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI). Assim, o encontro visava apurar detalhes do contrato da PPP de 30 anos.
CS Mobi recusa CPI e acusa Abilio de “embate midiático”
O convite surgiu após o prefeito ter reclamado da lentidão dos trabalhos da CPI, insinuando desinteresse dos membros. Dessa forma, a CPI buscou colocar Abilio e a CS Mobi frente a frente. Contudo, a empresa, por meio de nota, rejeitou a participação.
A CS Mobi entende que Abilio buscava um “embate midiático” na CPI, dado o seu interesse em romper o contrato da PPP. Ademais, a empresa ressaltou que todos os esclarecimentos solicitados pela Câmara foram respondidos.
“A CS Mobi esclarece que, dado o atual contexto de manifestações altamente desrespeitosas, inverídicas e combativas do Sr. Prefeito, declinará do convite e permanecerá à disposição para prestar todos os esclarecimentos cabíveis”, afirmou a empresa em nota oficial.
A CPI, instaurada em 10 de fevereiro, investiga possíveis irregularidades no contrato da PPP entre a Prefeitura e a CS Mobi. O foco é avaliar a legalidade das cláusulas, a vantagem do acordo e o repasse mensal de R$ 650 mil.
As contrapartidas da parceria incluem a revitalização do Centro Histórico e a reconstrução do Mercado Municipal Miguel Sutil. Entretanto, a empresa reitera sua disposição em colaborar, dentro dos limites legais.
A empresa também destacou que as declarações do prefeito não condizem com a realidade dos fatos. Apesar do inadimplemento contratual por parte do Poder Concedente, a CS Mobi alega cumprir rigorosamente o contrato e o cronograma de implantação do projeto.
A nota completa da CS Mobi pode ser acessada neste link, detalhando as razões da recusa e reforçando o compromisso da empresa com a transparência.










