Maysa rebate dossiê CPI CS Mobi: Abílio expõe acusações

Maysa Leão com documentos em mãos, debatendo o dossiê da CPI CS Mobi.
Vereadora Maysa Leão contesta informações apresentadas no dossiê da CPI CS Mobi.
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A vereadora Maysa Leão (Republicanos) criticou duramente o que chamou de “espetáculo” do prefeito de Cuiabá, Abílio Brunini (PL), na sessão da CPI da CS Mobi. O prefeito apresentou um dossiê contra o contrato de Parceria Público-Privada (PPP).

Dossiê CPI CS Mobi: Acusações na Reta Final

Segundo Maysa Leão, o dossiê CPI CS Mobi foi entregue faltando apenas 16 dias para o encerramento da investigação. A vereadora considera o direcionamento licitatório um fato novo fora do escopo da CPI.

“São milhares de soluções para 16 dias, o que é impossível”, afirmou Maysa, questionando o poder do Executivo. Ela destacou que é o prefeito quem tem a prerrogativa de negociar cláusulas contratuais.

A parlamentar esclareceu que a arrecadação do estacionamento rotativo, após a conclusão do Mercado Municipal, será da Prefeitura de Cuiabá. O dinheiro arrecadado pelo Município já é usado para pagar a contrapartida progressiva do contrato.

No entanto, Maysa Leão defende que já passou da hora de Abílio dialogar com a CS Mobi para acordar contrapartidas mais vantajosas. Ela mencionou a disposição da empresa em ceder um andar do Mercado Municipal para uso exclusivo da Prefeitura.

Em conclusão, a vereadora apelou por um diálogo direto e decisões equilibradas em prol da população, salientando que a decisão final cabe ao Executivo. O prefeito Abílio Brunini, por sua vez, apresentou o calhamaço de documentos levantando suspeitas sobre os trâmites firmados pelo ex-prefeito Emanuel Pinheiro, garantindo que a CPI não “terminará em pizza”.

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