Anistia ampla geral irrestrita: Galvan exige perdão total

Antônio Galvan defende perdão total em busca de anistia ampla geral irrestrita.
O político Antônio Galvan advoga por uma anistia sem restrições, buscando justiça.
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Antônio Galvan, ex-presidente da Aprosoja Brasil e pré-candidato ao Senado, defende firmemente uma anistia ampla, geral e irrestrita. Ele se opõe veementemente a uma ‘anistia moderada’, acreditando que é necessária para corrigir o que considera exageros nas penas aplicadas pelo STF.

Anistia ampla geral irrestrita: A posição de Galvan

Galvan afirma categoricamente: “Se não for ampla, geral e irrestrita, que não saia nada”. Ele expressou essas opiniões durante uma visita ao portal Rdnews, onde concedeu entrevista.

Além disso, o ex-presidente da Aprosoja acredita que um levante popular é inevitável diante do cenário de incertezas econômicas, desemprego e prejuízos aos empresários. “Eles sabem que isso aqui vai implodir. Mais dia, menos dia, vai implodir”, declarou.

No entanto, a Câmara Federal aprovou a urgência para debater o PL da Anistia, gerando movimento para frear o texto e evitar confrontos com o STF. Por conseguinte, o relator do projeto, deputado Paulinho da Força, rebatizou a proposta para PL da Dosimetria, com o intuito de reduzir penas sem choques diretos com o Supremo.

Essa sinalização desagrada os bolsonaristas, que almejavam anistiar o ex-presidente Jair Bolsonaro para evitar sua prisão e possibilitar sua candidatura em 2026. Galvan, um bolsonarista convicto, argumenta que não houve crimes na proporção das condenações, citando apenas depredações.

Ademais, ele rejeita totalmente a tese de tentativa de golpe. “De forma e maneira nenhuma [teve golpe]. Com batom, sem nenhum canivete junto! Todo mundo sabe que aquilo foi uma montagem”, disparou. Apesar disso, Galvan reconhece que alguns indivíduos que praticaram vandalismo, como o homem quebrando janelas, precisam ser punidos.

Em conclusão, ele finaliza: “A questão da anistia, primeiro, não teria que nem usar a palavra anistia porque não houve crime [tentativa de golpe de Estado], mas foram condenados por um crime que não houve e foi criado, e a palavra anistia que se encaixa dentro dessa situação. Ou tem que ser pra todos ou é pra ninguém. Não tem jeito de ser diferente”.

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