O ex-prefeito Alcino Barcelos (PL), de Pontes e Lacerda, celebrou a urgência para o projeto de anistia a bolsonaristas presos e condenados pelo ataque de 8 de janeiro de 2023. Ele apontou perseguição política contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Perseguição política e o pedido de anistia
Em relato nas redes sociais, Alcino Barcelos alegou que, embora não concorde com o “quebra-quebra” em Brasília, vê exagero na punição. Portanto, defende um tratamento igualitário caso a esquerda promova depredações.
A mobilização em questão buscava contestar o resultado das urnas, com pedidos de intervenção militar e impeachment. No entanto, para Alcino, não houve revolta armada que comprovasse um golpe.
A situação rendeu a Bolsonaro uma condenação de 27 anos. “Falar em golpe sem arma, falar em golpe com uma minuta ou algo parecido, pelo amor de Deus gente, ninguém é bobo, a gente percebe uma perseguição política”, avaliou o ex-prefeito.
Ele declarou apoio à anistia a bolsonaristas presos, buscando amenizar penas e permitir o retorno para casa. Acredita que muitos já cumpriram sua pena, pois “no Brasil ninguém fica preso”.
Cobrança por imparcialidade na justiça
Alcino Barcelos cobrou imparcialidade da Justiça e critérios iguais para todos. “Que agora sirva para todo mundo, a partir de hoje, quando invadir um órgão público, seja da esquerda, seja quem for, seja MST, que faça o mesmo com eles também”, reclamou.
Ele é pré-candidato a deputado estadual pelo PL em 2026, buscando apoio do eleitorado bolsonarista. Assim, pretende representar a Região Oeste do estado. Ele competirá internamente com outros deputados e possíveis novos nomes.
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