A comissão especial da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) inicia, nesta terça-feira (16), em Brasília, a análise da concessão Energisa Mato Grosso. O grupo avalia a renovação ou reversão do contrato de distribuição de energia elétrica no estado.
Análise da concessão Energisa Mato Grosso em Brasília
O vice-presidente do colegiado, deputado Wilson Santos (PSD), lidera a comitiva. Parlamentares acompanham o contrato nº 003/1997, entre Aneel e Energisa, com término previsto para 2027. Portanto, a urgência é notória.
Na reunião de instalação em 2 de setembro, a deputada Janaína Riva (MDB) ficou encarregada de organizar a programação. A agenda, além disso, prevê encontros com representantes do Ministério de Minas e Energia (MME) e da Aneel.
Paralelamente, ocorrerá uma reunião sobre a moratória da soja no Cade. A discussão sobre a concessão Energisa Mato Grosso, contudo, é o foco principal da viagem.
Para Wilson Santos, a mobilização imediata reflete o compromisso com os mato-grossenses. “Estar em Brasília, neste momento, é fundamental. Não podemos deixar a decisão sobre a concessão ser tomada sem a devida participação do nosso estado”, declarou.
O parlamentar ainda ressaltou: “A energia em Mato Grosso é cara e de qualidade questionável, precisamos fazer valer a voz do povo junto aos órgãos federais e reguladores”.
Foram distribuídos aos deputados os seis termos aditivos do contrato da Energisa com a Aneel para análise detalhada. De acordo com Santos, o prazo é curto.
A Aneel necessita decidir sobre a renovação ou não da concessão até abril de 2026. A concessão Energisa Mato Grosso, vencendo em dezembro de 2027, exige atenção. Para mais informações sobre o tema, clique aqui.
A comissão é presidida pelo presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi (PSB). Contam com o grupo os deputados Valdir Barranco (PT), Chico Guarnieri (PRD), Faissal Calil (Cidadania), Júlio Campos (União) e Eduardo Botelho (União).
Membros da Comissão
- Presidente: Max Russi (PSB)
- Vice-Presidente: Wilson Santos (PSD)
- Membros: Valdir Barranco (PT), Chico Guarnieri (PRD), Faissal Calil (Cidadania), Júlio Campos (União), Eduardo Botelho (União)
Em suma, a participação em Brasília é crucial para defender os interesses do estado na questão energética.









