Uma investigação em curso no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) revelou que o ex-ministro da Previdência Ahmed Mohamad Oliveira fala sobre fraude no INSS e como isso afeta os aposentados. Isso, após a investigação.
Oliveira prestou depoimento na CPMI do INSS na quinta-feira (11), e afirmou que a Controladoria-Geral da União (CGU) e o Tribunal de Contas da União (TCU) nunca emitiram alertas sobre as fraudes nos acordos de cooperação técnica (ACTs). — Na época em que fui diretor e presidente, não se falava disso. Nós tínhamos na época 60 recomendações da CGU sobre vários assuntos, mas nenhum falava do modelo de desconto associativo.
Além disso, a inclusão de 50 mil aposentados em um ACT firmado com a Confederação Nacional dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares (Contag) foi assinada por Oliveira em 2021. Segundo o deputado, a inclusão irregular foi assinada por Oliveira em 2021.
- Oliveira também assinou um ACT com a Associação dos Aposentados Mutualistas para Benefícios Coletivos (Ambec), que movimentou R$ 231,3 milhões em descontos associativos.
- No entanto, o ex-ministro afirmou que o INSS “não tem condição absolutamente nenhuma de fiscalizar ACTs”.
- Além disso, Oliveira disse não conhecer Antônio Carlos Camilo Antunes — o “careca do INSS” — ou o empresário Maurício Camisotti, apontados como peças-chaves no esquema investigado.
- Por exemplo, a Polícia Federal investiga a participação de servidores do INSS no esquema.
- Em conclusão, o caso é um exemplo de como as fraudes podem ser cometidas em órgãos públicos.
Oliveira também disse que as fraudes no INSS foram cometidas por “entidades externas”, mas admitiu a possibilidade de que servidores do órgão tenham participado do esquema.
Além disso, o caso Fraudes no INSS: Ex-Ministro da Previdência Afirma Só Saber de Descontos Irregulares em 2023 e Ex-ministro INSS fraudes 2023: depoimento à CPMI estão relacionados ao caso.
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