O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado estadual Max Russi (PSB), criticou a postura do Governo do Estado em firmar acordo com o Consórcio Construtor BRT, responsável por atrasos nas obras do novo modal de transporte em Cuiabá, afetando a população local.
Segundo ele, empresas que descumprem contratos devem ser multadas, sem margem para negociações. “Empresa que não cumpriu tem que ser multada. A empresa anterior fez um serviço horrível, não cumpriu o cronograma, baixou o preço, ganhou a licitação e, ainda assim, o governo fez um acordo achando que esse era o melhor caminho.”
Isso é um mau sinal, Russi afirmou. Em conclusão, é preciso punir, executar os contratos e cobrar as multas.
O contrato com o consórcio foi rompido por atrasos, dívidas com fornecedores e falhas técnicas em partes do projeto. Além disso, o governo e o consórcio firmaram novo acordo, que concedeu mais 150 dias para a conclusão das obras, sob pena de multa de R$ 54 milhões.
Recentemente, a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra) prorrogou em 54 dias o prazo desse acordo extrajudicial, alegando justificativas técnicas que impactaram o andamento dos serviços. No entanto, a população continua a sofrer com os atrasos.
- A prorrogação do prazo para entrega das obras passa a ser 2 de outubro de 2025.
- Russi também alertou para a prática recorrente de empresas que vencem licitações, mas não concluem os trabalhos.
- “Infelizmente, muitos empresários aparecem com uma pasta debaixo do braço, ganham licitações nas prefeituras do interior e não entregam as obras. Quem perde é a população, e o dinheiro público vai pelo ralo”, criticou.
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O BRT em crise: um problema para a população
Em conclusão, a crise do BRT é um problema para a população de Cuiabá. Além disso, é necessário que o governo tome medidas para punir as empresas que descumprem contratos.
Por exemplo, a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra) prorrogou em 54 dias o prazo desse acordo extrajudicial, alegando justificativas técnicas que impactaram o andamento dos serviços.
Em resumo, a crise do BRT é um problema complexo que envolve a responsabilidade do governo e das empresas que descumprem contratos.










