O presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi (PSB), confirmou o protocolo da CPI dos Feminicídios, apresentado pela deputada estadual Edna Sampaio (PT) nesta quarta-feira (27). Ele afirmou que a Casa tem 48 horas para analisar o pedido.
Análise da CPI dos Feminicídios
Russi pondera que a análise da CPI dos Feminicídios envolverá a verificação do número de assinaturas, pertinência e conformidade com os trâmites legais. Portanto, a abertura da investigação ainda depende desses critérios.
A protocolização ocorreu em meio a rumores de uma suposta tentativa do Palácio Paiaguás de impedir a instalação da investigação. Alternativamente, alguns deputados sugeriram a criação de uma comissão especial para debater o tema.
Conforme Max Russi, são necessárias oito assinaturas para que a CPI dos Feminicídios prospere. Ele ressalta a importância de debater a questão, independentemente do instrumento utilizado, seja uma câmara temática, grupo de trabalho ou a própria CPI.
No entanto, a deputada Edna Sampaio confirmou a reunião, mas negou o acordo, reafirmando sua intenção de prosseguir com a abertura da CPI. Para mais detalhes sobre o cenário político, visite Portal 163.
O deputado Eduardo Botelho (União Brasil) mencionou uma reunião na Casa Civil entre Edna Sampaio, Wilson Santos (PSD) e o secretário Fabio Garcia. Aliás, segundo Botelho, essa reunião teria resultado em um acordo para não haver CPI, optando por uma comissão. Assim, a situação segue em desenvolvimento.
Em conclusão, a proposta da CPI dos Feminicídios está sob análise, e o debate sobre a melhor forma de abordar a crescente pauta do feminicídio continua aberto.










