A deputada estadual Janaina Riva (MDB) avalia que os indígenas que protestam em frente ao Seminário Justiça Territorial podem estar sendo usados como indígenas massa de manobra por ONGs estrangeiras. O evento, promovido pela Aprosoja MT e AMM, debate o marco temporal e a PEC 24/2025, temas cruciais para a gestão fundiária. Ela reconhece a legitimidade do protesto, que denuncia o avanço do agronegócio e de projetos como Ferrogrão e FICO. No entanto, Janaina Riva aponta que tais movimentos visam, de fato, barrar a produção nacional, prejudicando o desenvolvimento econômico.
Janaina Riva Critica ONGs em Relação aos Indígenas Massa de Manobra
“Olhando de fora, a impressão é que eles são usados como massa de manobra”, declarou a deputada ao chegar ao evento. Ela ressaltou que, em grande parte do estado, os indígenas são parceiros do desenvolvimento econômico, colaborando ativamente. Assim, a visão de que são unicamente oprimidos precisa ser revista. Portanto, Janaina Riva contrapõe que existem indígenas favoráveis a projetos como a Ferrogrão. Segundo a parlamentar, a ferrovia trará mais qualidade de vida para as comunidades impactadas, impulsionando o progürar o progresso.
Por exemplo, ela citou situações em que comunidades apoiaram a pavimentação de estradas, como na antiga BR-174. Aliás, o objetivo era melhorar a qualidade de vida local, facilitando o acesso a serviços e mercados. Desse modo, a deputada acredita que a classe política precisa conhecer a realidade dos indígenas em Mato Grosso. Será possível atender seus anseios de forma eficaz, promovendo o bem-estar. Incluir os povos originários na produção agrícola é o caminho, exemplificou Janaina. Ela citou os Paresi de Tangará da Serra, que prosperam com a soja cultivada em suas terras, demonstrando o potencial dessa parceria. Consequentemente, o objetivo é proporcionar mais condições financeiras para uma vida digna. A produção, aliada a isso, é vista como o futuro, concluiu a deputada, reforçando a importância da colaboração.
Seminário Justiça Territorial e o Debate sobre Demarcações
O seminário, segundo a Aprosoja-MT e AMM, busca debater o marco temporal e a PEC 24/2025. Essas propostas afetam diretamente a criação de áreas de preservação e demarcação de terras indígenas. Além disso, cerca de 22 municípios mato-grossenses podem ser impactados pelas novas demarcações. Isso compromete a gestão municipal e o planejamento de políticas públicas, segundo as entidades que organizaram o evento. Para mais informações sobre o agronegócio e questões fundiárias, visite o portal: portal163.com.br.










