A exato 1 ano de se decidir, Mendes se torna incógnita; pode haver reviravolta

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Antes dada como certa, hoje, a exato um ano do prazo limite para se decidir, Mauro Mendes (União) criou uma incógnita sobre prosseguir no segundo mandato de governador de Mato Grosso até o final, em dezembro de 2026, ou renunciá-lo (oito meses antes) até 5 de abril, para poder disputar vaga de senador.
Para os assessores mais próximos do Palácio Paiaguás, Mendes tem ponderado que seu projeto é concluir, como governador, obras importantes, como as do parque Novo Mato Grosso e a pavimentação de novos trechos da BR-163. Essas ponderações seriam sinais de que ele pode permanecer no cargo, considerando que as obras dificilmente serão entregues por completo dentro de um ano.
E não é a primeira vez que Mendes, em cargo no Executivo, vira incógnita no cenário político-eleitoral. Então prefeito de Cuiabá, empurrou para a última hora o projeto de se recandidatar à reeleição. Em agosto de 2016, a menos de dois meses para o pleito, Mendes veio a público para dizer que estava fora da disputa ao Palácio Alencastro. Alegou, na época, motivos pessoais.
Com as articulações voltadas para 2026, se Mendes não deixar o Paiaguás estará decretando uma verdadeira reviravolta nas eleições majoritárias, tanto para a corrida a governador quanto na disputa pelas duas cadeiras ao Senado.
Nesse caso, Mendes não seria candidato a senador e o seu vice Otaviano Pivetta (Republicanos), hoje cheio de esperanças de assumir a cadeira de chefe do Executivo e, nela, buscar a reeleição, teria muitas dificuldades para conquistar o Paiaguás nas urnas. FICAR OU RENUNCIAR A exato 1 ano de se decidir, Mendes se torna incógnita; pode haver reviravolta A exato 1 ano de se decidir, Mendes vira incógnita; pode haver reviravolta Governador tem dito, em privado, que sua prioridade é concluir grandes obras, sinal de que pode não renunciar em abril para poder inaugurá-las

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