Perseguição implacável Carlinhos Bezerra: detalhes do júri

Foto ilustrando a perseguição implacável Carlinhos Bezerra durante o júri popular.
Cobertura do júri com foco em Carlinhos Bezerra e as evidências apresentadas.
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O empresário Carlos Alberto Gomes Bezerra, o Carlinhos Bezerra, está no júri popular nesta sexta-feira (31) por perseguição implacável Carlinhos Bezerra, duplo homicídio, ocorrido em janeiro de 2023, que vitimou Thays Machado e o namorado dela, Willian Moreno.

Além disso, o crime aconteceu em plena luz do dia, na calçada do bairro Consil, em Cuiabá. O MídiaJur teve acesso à prova pericial do celular de Thays, que aponta a perseguição e o monitoramento constante de cada passo da vítima após o fim do relacionamento, configurando a perseguição implacável Carlinhos Bezerra.

FOCO: perseguição implacável Carlinhos Bezerra

Local do crime: Cuiabá, bairro Consil.

Vítimas: Thays Machado e Willian Moreno.

Data: janeiro de 2023.

Prova-chave: celular de Thays com mensagens e registros de monitoramento.

Logo, em uma das situações, Carlinhos a espionou no trabalho, onde Thays era servidora do Tribunal de Justiça de Mato Grosso. Ao perceber a aproximação de um homem, ele questionou quem era o visitante: “O cara que foi na sua mesa é o cara que você está conversando? Responde? Só responde isso. Seja sincera.”

Poucas semanas antes do crime, o ex-namorado insistia para falar com Thays por SMS, mesmo após ela bloquear, no WhatsApp. “Tô te vendo. quem é o cara que foi na sua mesa? Está falando com quem? Responde porra.”

No dia 18 de janeiro, na madrugada, Carlinhos perseguiu o carro de Thays do Aeroporto Marechal Rondon até a Central de Flagrantes, onde ela denunciou a perseguição.

Poucas horas depois, ele emboscou o casal na saída do condomínio de Thays, no bairro Consil, atirou e matou os dois na calçada, em plena luz do dia.

Carlinhos Bezerra deve passar pelo Tribunal de Júri nesta sexta-feira, com um corpo de jurados formado por cinco homens e duas mulheres. A imprensa foi proibida de colher imagens do julgamento.

Denuncie violência doméstica e busque proteção. O atendimento é gratuito, sigiloso e disponível 24 horas. Em caso de emergência, ligue 190. Acessar chat 180.

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