ameaças a empresária de Goiânia
Maike Capua, empresário acusado de ameaçar um delegado da Polícia Civil e a esposa dele, também é apontado por ameaças a empresária de Goiânia ocorridas na véspera da operação que buscava prendê-lo. A Justiça o considera foragido.
- Ameaças a delegado da Polícia Civil e à sua esposa
- Denúncia de empresária de Goiânia por ameaças a empresária de Goiânia
- Foragido desde a decretação da prisão
A empresária identificada pelas iniciais C.D.C.M. registrou boletim relatando coações e ameaças por parte de Maike, em razão de uma suposta dívida cobrada do ex-marido, Phillip Wook Han.
Phillip Wook Han é apontado como líder de um suposto esquema de pirâmide financeira que pode ter movimentado mais de R$ 1 bilhão em golpes no Brasil. Paranaense de ascendência coreana, ele é sócio de uma imobiliária em Cuiabá e ganhou notoriedade nas redes sociais com carros de luxo e mensagens motivacionais.
Após a decretação da prisão de Maike Capua, a empresária encaminhou carta à desembargadora Juanita Clait Duarte, relatora do habeas corpus impetrado pela defesa de Maike no TJMT, alertando sobre a periculosidade do investigado e pedindo que o benefício não fosse concedido. Além disso, a notícia menciona ameaças a empresária de Goiânia.
Segundo o boletim, no dia 14 de julho Maike e outros três homens abordaram o pai idoso da empresária e a filha de 9 anos, em Goiânia, sob o pretexto de uma operação policial. Os homens afirmaram ser membros de uma força policial e impediram a saída.
“Meu pai e minha filha foram impedidos de sair livremente da academia e conduídos ao prédio onde resido”, narrou a vítima. Eles teriam exigido que a empresária assinasse um contrato de transferência de bens, e disseram que ela resolveria a situação “de qualquer jeito”. A empresária relatou ainda que foi ameaçada de morte e que um integrante do grupo afirmou pertencer à facção Comando Vermelho.
A empresária afirma que, ela e seus familiares foram expostos diante de moradores do condomínio, gerando constrangimento e danos à reputação. Parte da ação foi registrada em vídeo pelo celular, além de câmeras da academia e do condomínio.
A empresária acrescenta que, mesmo após Maike tornar-se foragido, integrantes do grupo retornaram ao condomínio. A suspeita é de que buscavam recursos para facilitar uma fuga do empresário para fora do país. Para acompanhar o desdobramento, leia no Portal 163: Portal 163.
Essa situação evidencia que as ameaças a empresária de Goiânia continuam sob apuração e destacam a importância de proteção a vítimas e testemunhas. As investigações seguem em andamento, com as autoridades reforçando cautela e transparência para evitar novas agressões.








