Diálogo: diálogo com Mendes abre entendimento

Senador Jayme Campos discutindo a candidatura própria ao Governo e a convocação para convenção do União Brasil.
Jayme Campos defende candidatura própria ao Governo de Mato Grosso e convoca a convenção estadual.
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Após chegar a um acordo com o ex-governador Mauro Mendes para antecipar a convenção do União Brasil para 30 de julho, o senador e pré-candidato ao Governo, Jayme Campos, declarou que está aberto a diálogo com Mendes. No entanto, Campos enfrenta resistência da ala liderada pelo ex-governador, que quer uma composição com Otaviano Pivetta (Republicanos), no pleito deste ano.

“Nunca está fechado para o entendimento, para a conversa, nunca. Pelo contrário, já disse e volto a repetir, nós somos do diálogo, do entendimento”, afirmou.

“A política você faz através de conversa, do bom entendimento, do bom diálogo. Não faço política tomando decisão de forma intempestiva ou com radicalismo. Não é minha praia isso. E faço política porque eu gosto de fazer política”, afirmou.

diálogo com Mendes

O que fica claro, nesta etapa, é a tentativa de manter o canal de comunicação aberto, mesmo diante de pressões internas para definir alinhamentos com outras siglas. Jayme Campos afirma que o diálogo com Mendes não é apenas uma manobra de retórica, e sim uma estratégia para consolidar alianças que possam favorecer a construção de uma agenda comum para o Palácio Paiaguás. Em momentos de negociações políticas como este, a clareza sobre objetivos e a disposição de ouvir são decisivas para evitar rupturas desnecessárias e para construir maior consenso entre os filiados.

Apesar de não anunciar uma aliança final, o senador reforçou que não pretende pressionar ou impor qualquer orientação aos filiados da legenda. A posição, segundo ele, acompanha a de Júlio Campos, que já havia sinalizado abertura para que integrantes da sigla manifestem apoio a projetos alternativos, mesmo com a candidatura própria do União Brasil. A ideia é manter espaço para diferentes pontos de vista e evitar que a carta de uma ala se sobreponha à de outras questões relevantes para o partido.

“Como é que você controla? Você é do meu partido. Você quer votar no outro partido, não é eu que vou segurar ele”, disse, refletindo sobre a autonomia dos filiados para decidir seus rumos dentro da legenda. Este tipo de comentário tem servido para acalmar tensões e manter o diálogo ativo, mesmo quando as negociações ganham contornos técnicos e estratégicos.

  • Reforça o diálogo com Mendes para construir alianças
  • Não pretende pressionar filiados, mantendo espaço para diferentes pontos de vista

Portanto, o diálogo com Mendes continua sendo tema central das negociações, segundo Campos.

Para mais detalhes, leia no Portal163.

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