Quem são os brasileiros alvos da sanção dos EUA PCC

Imagem ilustrando Pix e desmatamento como fatores que afetam tarifas entre Brasil e EUA, com ícones de pagamento e floresta.
Gráfico: Pix e desmatamento influenciando tarifas e prazos entre Brasil e EUA.
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A sanção dos EUA PCC, anunciada nesta quarta-feira (1º/7), atingiu dois brasileiros, três empresas brasileiras e uma empresa portuguesa ligadas ao PCC. A sanção dos EUA PCC implica o bloqueio de bens e a proibição de negócios com os alvos por parte de cidadãos e empresas norte-americanas. Assim, ativos no país ficam indisponíveis e transações internacionais podem sofrer sanções secundárias.

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  • Victor Henrique de Oliveira Shimada — sócio de empresa investigada por envolvimento em escândalo no Corinthians; segundo o Tesouro, é apontado como elo fundamental com agentes do PCC e teria lavado mais de US$ 30 milhões em várias cidades dos EUA.
  • Stella Stefanie Nunes Henrique de Oliveira — descrita como parente de Shimada, atua como uma espécie de secretária e intermediária para a coleta de grandes quantias; segundo o Tesouro, fornece serviços logísticos essenciais para a rede de lavagem de dinheiro.
  • Empresas sancionadas — não nominais pelo governo, mas o relatório cita que Shimada é proprietário da Victory Trading, ligada ao esquema de lavagem de dinheiro envolvendo um clube de futebol. A autoridade afirma que a Victory foi usada para lavar dinheiro obtido de fraude publicitária.
  • UJ Football Talent Intermediação — segundo inquérito da DPPC, a empresa realizou um repasse de R$ 200 mil que teve como destino a Neoway Soluções, supostamente registrada em nome de laranja.
  • Neoway Soluções — mencionada como destinatária de parte dos recursos, em operação supostamente controlada por terceiros para ocultar o esquema.
  • Uma empresa portuguesa ligada ao PCC também foi sancionada.

Além disso, em 5/6, o governo dos EUA classificou oficialmente o PCC e o Comando Vermelho (CV) como Organizações Terroristas Estrangeiras (FTO). Em razão da designação, o status jurídico das facções passa a permitir ações globais com maior alcance, incluindo a mobilização de agências de segurança para rastrear redes fora do Brasil.

Essa designação facilita ações de persecução internacional, fortalecendo a cooperação entre países no combate a redes criminosas. Para entender o contexto, leia mais no Portal 163.

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