Prisão por laranja em esquema: Cuiabá e apuração

Imagem de prisão em Cuiabá envolvendo mulher ligada a laranja em esquema tributário.
Defaz prende mulher de 31 anos em Cuiabá, suspeita de atuar como laranja em esquema envolvendo a empresa investigada.
Tamanho do texto
Ajuste a leitura da página. Suas preferências ficam salvas.
100%
Ouça esta notícia
Clique em Ouvir. Você pode ajustar a velocidade.

Uma investigação da Delegacia Especializada em Crimes Fazendários (Defaz) levou à prisão de uma mulher de 31 anos, nesta quarta-feira (1º), em Cuiabá, em um suposto esquema de crimes contra a ordem tributária que teria causado prejuízo de cerca de R$ 900 mil aos cofres públicos. Além disso, a suspeita era apontada como laranja em esquema ligada à empresa apurada.

Durante as diligências, os investigadores identificaram que a suspeita possuía um mandado de prisão em aberto desde 2019. Além disso, a ordem judicial decorre de condenação pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico.

laranja em esquema: prisão em Cuiabá

Além disso, segundo a Defaz, a mulher era utilizada como laranja em esquema para ocultar os verdadeiros responsáveis pela empresa investigada.

Em seguida, após a confirmação do mandado, equipes da Polícia Civil localizaram a suspeita no bairro Novo Milênio, em Cuiabá, onde ela foi presa.

Portanto, a investigada foi conduzida à Delegacia Especializada em Crimes Fazendários para os procedimentos legais e, em seguida, encaminhada para audiência de custódia, permanecendo à disposição da Justiça.

Por fim, as investigações prosseguem com o objetivo de identificar todos os envolvidos no esquema e esclarecer a participação de cada suspeito nos crimes contra a ordem tributária.

  • Verificar participação de demais envolvidos
  • Avaliar vínculos da empresa com o esquema
  • Continuar as diligências da Defaz

Para mais detalhes, acesse a publicação da Defaz

Especialistas em compliance fiscal explicam que esse tipo de operação facilita ocultar a real controladora da empresa e desorganiza a arrecadação, impactando serviços públicos. A Defaz informou que as investigações continuam para confirmar vínculos entre a pessoa presa e a empresa investigada.

Além disso, especialistas ressaltam a importância de monitoramento financeiro, revisão de contratos e verificações de documentação, para detectar irregularidades precocemente. A continuidade das diligências visa esclarecer a participação de cada suspeito e assegurar que a justiça seja aplicada com base em evidências.

Compartilhe :

Veja mais