Além disso, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso informou que a exoneração de servidora Mhayra Alves Pacheco Abes, assessora do gabinete do desembargador Juvenal Pereira da Silva, ocorreu após ela ser alvo da Operação Falsa Vantagem, que investiga um suposto esquema de influência em decisões judiciais mediante pagamento de valores.
Portanto, segundo as investigações, o grupo envolve o advogado Ademir Rosa Gomes, um bacharel em Direito que atua em seu escritório e um policial penal. A assessora do TJMT é apontada como o elo que geraria confiança de que a condenação em 1ª instância seria anulada no Tribunal de Justiça.
- Além disso, o grupo teria exigido R$ 150 mil dos familiares do condenado.
- No entanto, a condenação não foi anulada; a pena foi apenas reduzida.
Além disso, o grupo teria realizado a negociação sem o conhecimento do magistrado. “O desembargador esclarece que não possuía qualquer conhecimento prévio dos fatos investigados e reitera sua confiança no trabalho das autoridades responsáveis pela apuração do caso”, afirmou nota encaminhada pelo TJMT.
O Poder Judiciário informou ainda que não tem detalhes do teor das investigações. Portanto, não há informações adicionais disponíveis no momento.
NOTA À IMPRENSA
O Poder Judiciário de Mato Grosso informa que, até o presente momento, não foi oficialmente notificado acerca da operação policial denominada “Falsa Vantagem”, deflagrada pela Polícia Civil na manhã desta quinta-feira (25). A instituição tomou conhecimento dos fatos por meio da divulgação realizada pelos veículos de comunicação.
Tão logo soube da existência das investigações e da possível participação de uma servidora comissionada vinculada ao gabinete do desembargador Juvenal Pereira da Silva, o magistrado determinou sua exoneração do cargo. O desembargador esclarece que não possuía conhecimento prévio dos fatos investigados e reitera sua confiança no trabalho das autoridades responsáveis pela apuração do caso.
O Poder Judiciário de Mato Grosso reafirma seu compromisso com a legalidade, a ética, a transparência e a integridade institucional, colocando-se à disposição para colaborar com as autoridades competentes no que for necessário ao completo esclarecimento dos fatos. Em caso de responsabilidades, serão apuradas pelas instâncias competentes, sempre com observância ao devido processo legal, ao contraditório e à ampla defesa.
Mais informações podem ser encontradas em Portal 163.
Essa exoneração de servidora demonstra o compromisso com a ética e a integridade institucional, reforçando a atuação do TJMT.








