A presidente nacional do PL Mulher e ex-primeira-dama do Brasil, Michelle Bolsonaro, manifestou apoio e cobrou rigor nas investigações sobre as ameaças recebidas pela deputada federal Coronel Fernanda (PL-MT) nesta semana. Ela destacou que não pode haver tolerância com esse tipo de conduta e que o país precisa assegurar a segurança das parlamentares que representam a população. A parlamentar também enfatizou a importância de proteger a integridade de quem atua na política, especialmente mulheres, diante de situações de violência e intimidação.
Além disso, Michelle qualificou as ameaças como vil, covarde e de extrema periculosidade, lembrando que a democracia depende da liberdade de atuação das mulheres no Congresso. Ela afirmou que cada tentativa de coação deve ser enfrentada com firmeza, investigação ágil e responsabilização exemplar.
INVESTIGAÇÕES SOBRE AS AMEAÇAS
Na última quarta-feira (10), a parlamentar registrou boletim de ocorrência após receber um e-mail com teor intimidatório dirigido à sua atuação pública. A mensagem mencionava trajetos e horários de deslocamento e insinuava um atentado armado, sinalizando uma clara dimensão de intimidação que já preocupa assessores e colegas de plenário. Especialistas na área de segurança institucional ressaltam que esse tipo de conduta representa não apenas crime, mas um ataque à própria função pública e à cidadania.
No comunicado de apoio, a ex-primeira-dama afirmou que a defesa do protagonismo feminino para quem pretende ingressar na política é essencial para a democracia. Ela destacou que a gravidade do conteúdo transcende o embate político e configura uma tentativa explícita de terrorismo psicológico, coerção e intimidação de uma representante do povo brasileiro. As investigações sobre as ameaças devem avançar com celeridade para identificar e responsabilizar os autores. A dirigente enfatizou que o Brasil precisa de apuração transparente, com participação das instituições competentes, para que a mensagem de intimidação não tenha efeito de descredibilizar candidaturas femininas.
“O ataque à Coronel Fernanda é uma agressão direta a todas as mulheres que escolheram colocar seus nomes à disposição do país”, afirmou, reforçando a necessidade de proteção às democratas e à liberdade de atuação parlamentar. Ela ainda ressaltou que governos, tribunais e agências de segurança devem colaborar para ampliar mecanismos de proteção às parlamentares em todo o território nacional.
A deputada pediu que as autoridades atuem com eficiência para esclarecer o caso, identificar os responsáveis e aplicar as punições cabíveis, para que o país preserve o direito de cidadãos de bem se dedicarem à vida pública. O movimento de apoio amplifica a percepção de que a democracia depende de espaço seguro para debates, projetos e fiscalização.
Leia mais sobre o tema no Portal 163: Portal 163 e Michelle Bolsonaro e terrorismo psicológico.










