Policial penal é afastado após acusação de espancar condenado pela “Chacina de Sinop”

Afastamento de policial penal após acusação de espancar condenado.
Policial penal afastado após acusação de agressão em carceres.
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Policial Penal é Afastado após Acusação de Espancar Condenado pela “Chacina de Sinop”

O policial penal Marcelo Peixoto de Mattos foi afastado de sua função por supostamente agredir fisicamente dois presos dentro da Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá, sendo um deles Edgar Ricardo de Oliveira, o responsável pela “Chacina de Sinop”, que matou 7 pessoas num bar do município.

Segundo a denúncia, Marcelo entrou no Raio 8 da PCE sem autorização da Direção nem da Chefia de Operações, o que foi confirmado por ele em interrogatório policial.

A Chacina de Sinop

Em 21 de fevereiro de 2023, Edgar Ricardo de Oliveira e Ezequias Souza Ribeiro mataram sete pessoas em um bar de sinuca em Sinop, incluindo uma adolescente de 12 anos.

Ele foi condenado em outubro de 2024 a 136 anos, 3 meses e 20 dias de prisão.

Na petição, o Ministério Público apresentou os fatos e expôs as provas, como os relatos de vítimas, testemunhas e laudos periciais.

O juiz aceitou a denúncia e determinou que Marcelo seja afastado das funções operacionais (não pode mais trabalhar direto com presos).

Além disso, ele foi realocado para o setor administrativo e proibido de ter contato com os presos.

Em conclusão, a decisão do juiz visa garantir a integridade e a segurança dos presos dentro da PCE.

Segundo a denúncia, Marcelo desferiu tapas e chutes nos reeducandos, além de ter dito que “voltaria caso fizessem barulho na hora do almoço”.

No entanto, a investigação continuará para determinar a extensão da responsabilidade do policial penal.

Por exemplo, a chacina de Sinop ainda é lembrada como um dos maiores crimes da região.

Portanto, a atuação do policial penal é um caso paradigmático da necessidade de controle e fiscalização nas prisões.

Para mais informações sobre o caso, clique aqui.

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