Segundo estudante suspeito de envolvimento em lista de “estupráveis” é afastado da UFMT

Estudante suspeito de envolvimento na lista de "estupráveis" da UFMT
Estudante suspeito de envolvimento na lista de "estupráveis" da UFMT é afastado da UFMT
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Em meio à polêmica envolvendo a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), o segundo estudante suspeito de envolvimento no caso da “lista de alunas mais estupráveis da UFMT” teve o afastamento confirmado pela instituição. A medida cautelar foi confirmada nesta quarta-feira (20). Portanto, a UFMT está investigando casos de estupráveis envolvendo estudantes da instituição.

A UFMT informou que o acadêmico do curso de Engenharia Civil está afastado de suas atividades por razões médicas desde 13 de maio de 2026, conforme registrado no processo 23108.040959/2026-22. No entanto, a instituição destacou que o Processo Administrativo Disciplinar instaurado pela UFMT corre em sigilo e que o discente não foi intimado para prestar esclarecimentos.

A defesa do estudante afirmou que o acadêmico está fora das atividades desde o dia 13 de maio por razões médicas e que a medida cautelar não tem relação com decisão administrativa da universidade. Além disso, a defesa informou que o estudante não foi intimado para prestar esclarecimentos no Processo Administrativo Disciplinar instaurado pela UFMT.

Outro estudante já foi afastado da UFMT. Por exemplo, o primeiro aluno investigado, acadêmico do curso de Direito, já havia sido afastado pela instituição no último dia 6 de maio. Ele é acusado de elaborar um ‘ranking de alunas mais estupráveis’ e ter feito sugestões de ameaça sexual.

A denúncia foi feita pelo Centro Acadêmico de Direito, que apresentou provas digitais e testemunhas. Em conclusão, o caso ganhou ampla repercussão após a circulação de mensagens trocadas em grupos de WhatsApp envolvendo estudantes da UFMT.

Na última semana, a UFMT informou que instaurou Processos Administrativos Disciplinares para apurar os fatos relacionados aos estudantes investigados na Faculdade de Arquitetura, Engenharia e Tecnologia (FAET) e também na Faculdade de Direito. Além disso, a instituição destacou que os envolvidos deverão ser ouvidos durante os procedimentos, com garantia do contraditório e da ampla defesa.

À frente das investigações, a Polícia Civil instaurou dois inquéritos: um para investigar a criação e circulação da lista denunciada por alunos e outro para apurar a conduta do pai de um dos estudantes investigados, que teria ameaçado acadêmicos dentro do campus Cuiabá e seria policial federal.

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