Três réus foram pronunciados e vão a júri popular por morte de policial penal José Arlindo da Cunha em Várzea Grande em 2025. Jefferson da Silva Campos, Valdeir Rodrigues Bandeira Junior e Mickael Luan Rodrigues Figueiredo Leite são acusados de matar o agente, de 48 anos, em novembro de 2025, no bairro Marajoara.
Execução de policial penal em Várzea Grande
Segundo a denúncia do Ministério Público, a vítima foi chamada na porta de casa por volta das 22h30 do dia 22, levou tiros nas pernas e, já caída e sem defesa, foi agredida com chutes e golpes de capacete na cabeça até morrer no local. José Arlindo reagiu e atingiu Rivaldo Caetano da Silva, o “Borracha”, que também morreu após ser socorrido.
Investigação aponta motivação para o crime
A investigação aponta que o homicídio foi motivado por uma discussão anterior em uma confraternização na casa de terceiros. Além disso, a Polícia Civil informou que o revólver utilizado no crime foi encontrado abandonado em uma área de mata no Bairro Santa Izabel.
Os três réus vão a júri popular e, caso condenados, podem enfrentar prisão por um tempo prolongado, pois a execução de policial penal em Várzea Grande é considerada um crime grave.
Julgamento ainda será marcado
A data do julgamento ainda será marcada. No entanto, é provável que o processo seja longo e complexo, considerando a gravidade do crime e a importância da justiça ser feita.
Em conclusão, a morte de José Arlindo da Cunha é um caso que choca a sociedade e reforça a necessidade de punição para os criminosos.
Outros três réus foram impronunciados
Outros três réus, Welington Miguel Souza Facco, Wanderson Costa Lazarini e Lukas Alves Lima, foram impronunciados por falta de provas suficientes. Além disso, a Polícia Civil não conseguiu situar os três na cena do crime.
Portanto, é importante lembrar que a justiça é feita aos poucos e que a verdade sempre será revelada.








