A decisão do desembargador Gilberto Giraldelli, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, foi tomada após análise dos autos do processo e, em conclusão, a prisão de Julinere segue em vigor. A prisão preventiva de Julinere Goulart Bentos, a empresária acusada de mandar matar o advogado Renato Nery em Cuiabá, segue em vigor.
Com a decisão, a prisão preventiva de Julinere segue em vigor, portanto a Justiça deu cinco dias para que o juiz da primeira instância envie explicações sobre a prisão, alegando que a prisão não é mais necessária.
Segundo a investigação, o assassinato do advogado Renato Nery foi planejado por Julinere e pelo marido dela, o produtor rural Cesar Jorge Sechi, motivado por uma disputa de terras em Novo São Joaquim.
Renato Nery: um assassinato motivado por interesses financeiros?
Segundo a investigação, o casal teria contratado terceiros para executar o crime, utilizando uma pistola com munições de uso oficial, obtida por meio de um esquema criminoso que envolveria policiais militares.
Renato Nery foi atingido por nove disparos em plena luz do dia, na Avenida Fernando Corrêa da Costa, em frente ao escritório onde trabalhava, a empresária Julinere Goulart Bentos.
Além dos supostos mandantes, também respondem ao processo os policiais militares Jackson Pereira Barbosa e Ícaro Nathan Santos Ferreira, apontados como executores e intermediadores do crime, motivados por interesses financeiros.
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Decisão do desembargador Gilberto Giraldelli
O desembargador Gilberto Giraldelli entendeu que o caso precisa ser analisado com mais calma, portanto determinou que primeiro sejam ouvidos o juiz que decretou a prisão e o Ministério Público.
Só depois será levado para a análise dos outros desembargadores, alegando que a prisão não é mais necessária, no entanto, o magistrado entendeu que a prisão preventiva é necessária para evitar a fuga da ré.
A decisão do desembargador Gilberto Giraldelli foi tomada após análise dos autos do processo e, em conclusão, a prisão de Julinere segue em vigor.
A empresária Julinere Goulart Bentos, acusada de mandar matar o advogado Renato Nery em Cuiabá, segue presa. A justiça mantém a prisão preventiva sob acusação de homicídio.









