O Brasil ainda tem muito a trabalhar para garantir suas vagas finais na Copa do Mundo de 2026, e os últimos amistosos serviram como uma última oportunidade para os jogadores se destacarem e conquistar uma vaga no grupo dos 26.
Além disso, a comissão técnica da seleção ainda precisa trabalhar em sua defesa e encontrar uma solução para a zaga, que é uma das áreas mais problemáticas.
Quem Sobe
- Danilo Santos: O meio-campista do Botafogo entrou bem no segundo tempo do jogo contra a França e agradou tanto que ganhou uma chance como titular diante da Croácia.
- Endrick: Ancelotti não deu muito tempo para o atacante, mas foi o suficiente. Com o Brasil desfigurado pelas muitas substituições, ele assumiu a responsabilidade para si.
- Igor Thiago: Contra a Croácia, justificou a aposta da comissão técnica. Fez exatamente o que se espera dele: ser um centroavante clássico para momentos específicos do jogo.
- Ibañez: A aposta de Ancelotti de improvisá-lo na zaga contra a Croácia foi certeira.
- Leo Pereira: Não foi bem contra a França, mas deu a volta por cima contra a Croácia.
Quem Desce
- Rayan: O italiano deixou claro que pensa em Rayan mais para o próximo ciclo do que para o atual.
- Bento: Não saiu da data Fifa como uma presença certa na Copa.
- Gabriel Sara: Entrou no pior momento do Brasil contra a França e não saiu do banco contra a Croácia.
Além disso, a seleção ainda precisa trabalhar em sua defesa e encontrar uma solução para a zaga, que é uma das áreas mais problemáticas.
Em conclusão, a seleção brasileira ainda tem muito a trabalhar para garantir suas vagas finais na Copa do Mundo de 2026.
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Portanto, a comissão técnica da seleção ainda precisa observar as partidas dos atletas monitorados pelos seus respectivos clubes até a convocação prevista para 18 de maio.








