Operação Patrinus Malus: Polícia Civil desmantela facção criminosa em Cuiabá

Operação Patrinus Malus: Polícia Civil em ação contra facção criminosa
Operação Patrinus Malus: Agentes da Polícia Civil durante operação
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A Polícia Civil deflagrou, nesta sexta-feira (20), a Operação Patrinus Malus para cumprimento de 20 ordens judiciais contra uma facção criminosa envolvida com tráfico de diferentes tipos de entorpecentes atuante em Cuiabá e região metropolitana.

A facção criminosa era liderada por um indivíduo que, mesmo preso, comandava todas as operações do esquema de dentro da unidade prisional.

A operação é resultado de investigação aprofundada que incluiu a análise de materiais apreendidos em ações anteriores, oitivas, diligências de campo e de inteligência.

Facção criminosa desmantelada em Cuiabá

A operação Patrinus Malus é o resultado de investigações que revelaram a existência de um grupo criminoso voltado ao tráfico de drogas, que operava de forma estruturada e contínua, com divisão clara de tarefas, regras internas e hierarquia bem definida entre seus membros.

No entanto, os trabalhos continuam por pelo menos mais 30 dias de diligências, com o objetivo de identificar novos integrantes da rede, aprofundar o mapeamento do esquema criminoso e reunir elementos para eventuais desdobramentos judiciais.

  • A Polícia Civil deflagrou a Operação Patrinus Malus para cumprimento de 20 ordens judiciais contra uma facção criminosa em Cuiabá.
  • Os mandados de prisão preventiva e busca e apreensão domiciliar foram cumpridos em Cuiabá e na cidade de Florianópolis (SC).
  • Entre os alvos está uma liderança da facção criminosa que, mesmo preso, comandava todas as operações do esquema de dentro da unidade prisional.

Segundo o delegado da Denarc, Eduardo Ribeiro, as investigações não se encerram com a deflagração da operação e continuarão por pelo menos mais 30 dias.

Leia também: Operação contra tráfico de drogas em Cuiabá

A facção criminosa era liderada por um indivíduo que, mesmo preso, comandava todas as operações do esquema de dentro da unidade prisional.

No entanto, os trabalhos continuam por pelo menos mais 30 dias de diligências, com o objetivo de identificar novos integrantes da rede, aprofundar o mapeamento do esquema criminoso e reunir elementos para eventuais desdobramentos judiciais.

A facção criminosa era responsável pelo tráfico de diferentes tipos de entorpecentes, entre eles cocaína, MDMA e derivados da cannabis sativa, com utilização de métodos elaborados de distribuição e logística.

A operação é resultado de investigação aprofundada que incluiu a análise de materiais apreendidos em ações anteriores, oitivas, diligências de campo e de inteligência.

Além disso, a Polícia Civil também deflagrou a Operação Mato Grosso, que resultou na desarticulação de uma facção criminosa em Aripuanã. A operação também contou com a colaboração da Polícia Federal.

A facção criminosa desmantelada em Cuiabá era liderada por um indivíduo que, mesmo preso, comandava todas as operações do esquema de dentro da unidade prisional.

Os trabalhos continuam por pelo menos mais 30 dias de diligências, com o objetivo de identificar novos integrantes da rede, aprofundar o mapeamento do esquema criminoso e reunir elementos para eventuais desdobramentos judiciais.

A facção criminosa era responsável pelo tráfico de diferentes tipos de entorpecentes, entre eles cocaína, MDMA e derivados da cannabis sativa, com utilização de métodos elaborados de distribuição e logística.

A operação é resultado de investigação aprofundada que incluiu a análise de materiais apreendidos em ações anteriores, oitivas, diligências de campo e de inteligência.

Além disso, a Polícia Civil também deflagrou a Operação contra tráfico de drogas em Cuiabá, que resultou na desarticulação de uma facção criminosa.

A facção criminosa desmantelada em Cuiabá era liderada por um indivíduo que, mesmo preso, comandava todas as operações do esquema de dentro da unidade prisional.

Os trabalhos continuam por pelo menos mais 30 dias de diligências, com o objetivo de identificar novos integrantes da rede, aprofundar o mapeamento do esquema criminoso e reunir elementos para eventuais desdobramentos judiciais.

A facção criminosa era responsável pelo tráfico de diferentes tipos de entorpecentes, entre eles cocaína, MDMA e derivados da cannabis sativa, com utilização de métodos elaborados de distribuição e logística.

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