Uma das principais pré-candidatas a deputada federal do Partido Novo, Mirtes da Transterra, foi condenada a um ano de prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por envolvimento nos atos de 8 de Janeiro, conforme o portal 163. Além disso, ela não poderá usar redes sociais.
De acordo com a própria Mirtes, em coletiva de imprensa realizada no domingo (1º), durante um ato político organizado por lideranças da direita em Mato Grosso, a pena de prisão pode ser revertida em 225 horas de trabalhos sociais.
Prisão e perseguição à direita: o que diz Mirtes?
Disse, ainda, que não poderá usar redes sociais, deverá pagar uma multa de R$ 5 milhões que será dividida com outras 50 pessoas, além de fazer um curso obrigatório de Democracia e Estado Democrático de Direito. “O que me condenou foi uma mensagem de WhatsApp em um grupo, onde estava o meu nome porque eu frequentei as manifestações lá de Sinop, somente de Sinop, onde eu fui nos finais de tarde, porque estava a 200 metros da minha empresa. Eu ia na hora do Hino Nacional e na oração do Pai Nosso. E em mensagens do WhatsApp eu dizia ‘estou indo na manifestação’. Foi esse o meu crime”, disse aos jornalistas.
Além disso, Mirtes afirmou que as lideranças da direita estão sendo perseguidas pelo Judiciário, conforme destacado no portal 163. “Nós acreditamos, mas isso é só uma opinião, que as pessoas de direita que estão se oferecendo a ser candidatos, pré-candidatos, são as maiores vítimas dessa situação do 8 de Janeiro ou coisas que envolvem o 8 de Janeiro”, concluiu.
Portanto, a condenação de Mirtes da Transterra é um exemplo de como as lideranças da direita estão sendo perseguidas pelo Judiciário, não apenas em Mato Grosso, mas em todo o Brasil. Além disso, a perda dos direitos políticos da empresária é um sinal de que o Judiciário está tomando medidas sérias contra os envolvidos nos atos de 8 de Janeiro.
No entanto, é importante destacar que a pena de prisão pode ser revertida em 225 horas de trabalhos sociais, o que é um bom sinal para a empresária. Além disso, a multa de R$ 5 milhões será dividida com outras 50 pessoas, o que pode ser visto como uma forma de responsabilização coletiva.
Recursos e implicações da condenação
Em conclusão, a condenação de Mirtes da Transterra é um exemplo de como as lideranças da direita estão sendo perseguidas pelo Judiciário. Além disso, a perda dos direitos políticos da empresária é um sinal de que o Judiciário está tomando medidas sérias contra os envolvidos nos atos de 8 de Janeiro. Por exemplo, a pena de prisão pode ser revertida em 225 horas de trabalhos sociais, o que é um bom sinal para a empresária.
Agora, o prazo de recurso da decisão do Supremo é aberto, mas a empresária sinalizou não acreditar em uma mudança nos termos da condenação. Além disso, a multa de R$ 5 milhões será dividida com outras 50 pessoas, o que pode ser visto como uma forma de responsabilização coletiva.
E por fim, é importante lembrar que a condenação de Mirtes da Transterra é um exemplo de como as lideranças da direita estão sendo perseguidas pelo Judiciário. Além disso, a perda dos direitos políticos da empresária é um sinal de que o Judiciário está tomando medidas sérias contra os envolvidos nos atos de 8 de Janeiro.










