Em Mato Grosso, muitas mulheres enfrentam um ciclo de violência doméstica que as leva a hesitar em denunciar seus agressores. A delegada Judá Maali, titular da Delegacia Especializada da Mulher, em Cuiabá, afirma que a vergonha, o medo, a culpa e a manipulação emocional são sentimentos recorrentes nesses casos.
Além disso, muitas mulheres não compreendem plenamente os mecanismos disponíveis para sua proteção e temem represálias ou novas agressões.
Segundo a delegada, a violência psicológica é um fator central nesse processo, pois a mulher em um relacionamento abusivo vive sob constante manipulação, sofre danos emocionais profundos e passa a se sentir culpada por tudo o que acontece.
Por que as mulheres hesitam em denunciar violência doméstica?
Além da vergonha e do medo, a delegada destaca que a falta de informação clara sobre como funciona a rede de apoio e quais dispositivos podem ser acionados é outro fator que contribui para a hesitação das mulheres em denunciar violência doméstica.
Por exemplo, muitas mulheres não sabem que podem solicitar medida protetiva de urgência sem a necessidade de ir até uma delegacia, por meio do site O pedido é analisado por um delegado e encaminhado ao Judiciário, integrado ao Processo Judicial Eletrônico (PJe), com resposta em poucas horas.
Outra ferramenta disponível é o aplicativo SOS Mulher MT, que reúne a solicitação de medida protetiva online, contatos de emergência e o botão do pânico virtual para mulheres que já possuem medida concedida.
Em caso de descumprimento, o acionamento envia um pedido de socorro ao Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp) em até 30 segundos, com deslocamento da viatura mais próxima.
A delegada reforça que hoje existem instrumentos mais acessíveis para interromper o ciclo da violência e que é importante que as mulheres sejam informadas sobre essas opções.
Compreender por que as mulheres hesitam em denunciar violência doméstica é uma das chaves para romper esse ciclo e para que a proteção chegue antes que a violência tenha um desfecho irreversível.
Como buscar ajuda
Mulheres em situação de violência doméstica e familiar em Mato Grosso podem solicitar medida protetiva de urgência sem a necessidade de ir até uma delegacia, por meio do site O pedido é analisado por um delegado e encaminhado ao Judiciário.
Ainda assim, somente entre janeiro e novembro de 2025, foram registrados 2.063 descumprimentos de medidas protetivas, o que reforça a importância de comunicar qualquer violação para que o Estado possa agir antes que a violência se agrave.
Os 52 feminicídios registrados em Mato Grosso em 2025, conforme o Observatório Caliandra, mostram que a violência doméstica raramente começa de forma extrema. Ela se constrói ao longo do tempo, alimentada pelo controle, pelo medo, pela culpa e pelo silêncio.
Além disso, a violência psicológica tem papel central nesse processo, pois a mulher em um relacionamento abusivo vive sob constante manipulação, sofre danos emocionais profundos e passa a se sentir culpada por tudo o que acontece.
Por exemplo, muitas mulheres não sabem que podem solicitar medida protetiva de urgência sem a necessidade de ir até uma delegacia, por meio do site O pedido é analisado por um delegado e encaminhado ao Judiciário, integrado ao Processo Judicial Eletrônico (PJe), com resposta em poucas horas.
Outra ferramenta disponível é o aplicativo SOS Mulher MT, que reúne a solicitação de medida protetiva online, contatos de emergência e o botão do pânico virtual para mulheres que já possuem medida concedida.
Em caso de descumprimento, o acionamento envia um pedido de socorro ao Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp) em até 30 segundos, com deslocamento da viatura mais próxima.
A delegada reforça que hoje existem instrumentos mais acessíveis para interromper o ciclo da violência e que é importante que as mulheres sejam informadas sobre essas opções.
Compreender por que as mulheres hesitam em denunciar violência doméstica é uma das chaves para romper esse ciclo e para que a proteção chegue antes que a violência tenha um desfecho irreversível.
Mulheres em situação de violência doméstica e familiar em Mato Grosso podem solicitar medida protetiva de urgência sem a necessidade de ir até uma delegacia, por meio do site O pedido é analisado por um delegado e encaminhado ao Judiciário.
Ainda assim, somente entre janeiro e novembro de 2025, foram registrados 2.063 descumprimentos de medidas protetivas, o que reforça a importância de comunicar qualquer violação para que o Estado possa agir antes que a violência se agrave.
Os 52 feminicídios registrados em Mato Grosso em 2025, conforme o Observatório Caliandra, mostram que a violência doméstica raramente começa de forma extrema. Ela se constrói ao longo do tempo, alimentada pelo controle, pelo medo, pela culpa e pelo silêncio.
Além disso, a violência psicológica tem papel central nesse processo, pois a mulher em um relacionamento abusivo vive sob constante manipulação, sofre danos emocionais profundos e passa a se sentir culpada por tudo o que acontece.
Por exemplo, muitas mulheres não sabem que podem solicitar medida protetiva de urgência sem a necessidade de ir até uma delegacia, por meio do site O pedido é analisado por um delegado e encaminhado ao Judiciário, integrado ao Processo Judicial Eletrônico (PJe), com resposta em poucas horas.
Outra ferramenta disponível é o aplicativo SOS Mulher MT, que reúne a solicitação de medida protetiva online, contatos de emergência e o botão do pânico virtual para mulheres que já possuem medida concedida.
Em caso de descumprimento, o acionamento envia um pedido de socorro ao Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp) em até 30 segundos, com deslocamento da viatura mais próxima.
A delegada reforça que hoje existem instrumentos mais acessíveis para interromper o ciclo da violência e que é importante que as mulheres sejam informadas sobre essas opções.
Compreender por que as mulheres hesitam em denunciar violência doméstica é uma das chaves para romper esse ciclo e para que a proteção chegue antes que a violência tenha um desfecho irreversível.









