Comerciantes da região da Praça Ipiranga, no trecho da Avenida Prainha e da Rua 13 de Junho, em Cuiabá, enfrentam prejuízos causados pelas obras de infraestrutura que interditam totalmente a via e impedem a parada de caminhões para carga e descarga.
Desde a última sexta-feira (30), quando os trabalhos tiveram início, o ponto destinado à carga e descarga permanece fechado.
Impacto econômico
A falta de alternativas tem causado transtornos diários, queda no faturamento e risco de desabastecimento, especialmente para pequenos comerciantes que dependem de entregas frequentes, interdição em Cuiabá.
Segundo lojistas, a situação não melhora, apesar das intervenções da Semob, que alega controlar o tráfego de veículos.
- Os caminhões não param porque os entregadores se recusam a caminhar longas distâncias carregando peso.
- Os comerciantes são coagidos e ameaçados pelos agentes da Semob.
Enquanto isso, populares atingidos com a interdição se queixam da falta de orientação e suporte da Semob.
Um gerente de estabelecimento comercial da região reclamou que a rua de trás está totalmente ocupada por ambulantes.
Além disso, o MidiaJur entrou em contato com a Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob), mas ainda não obteve resposta.
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Por exemplo, a criação de pontos provisórios de carga e descarga poderia reduzir os prejuízos até a liberação total da via.
Além disso, a Semob poderia fornecer informações atualizadas sobre o cronograma de trabalhos e os planos para minimizar os impactos.
No entanto, até o momento, essas medidas não foram implementadas.
A situação continua a causar transtornos diários e impactos econômicos significativos para os comerciantes da região.
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A interdição em Cuiabá é um exemplo de como as obras de infraestrutura podem afetar negativamente a vida dos comerciantes e da comunidade.
É importante que a Semob e as autoridades tomem medidas para minimizar os impactos e garantir a continuidade dos serviços essenciais.










