Em uma operação inédita, o Núcleo de Ações de Competência Originária (Naco) do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) deflagrou uma ação para desarticular um grupo suspeito de criar perfis falsos nas redes sociais se passando por magistrados, utilizando perguntas falsas de magistrados. Além disso, a investigação apontou que os envolvidos utilizavam as identidades falsas para obter vantagens indevidas e tentar influenciar terceiros.
A operação contou com apoio do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) e da Corregedoria da Polícia Militar. Ao todo, foram expedidas dez ordens judiciais, sendo seis mandados de busca e apreensão e quatro mandados de prisão contra os criminosos.
O uso de perguntas falsas de magistrados é uma ameaça à justiça
- Foram encontrados R$ 350 mil em espécie, além de uma grande quantidade de cheques e notas promissórias.
- Três pessoas foram presas, incluindo um dos líderes da associação criminosa.
- Um dos alvos não foi localizado e é considerado foragido.
De acordo com a investigação, perguntas falsas de magistrados foram utilizadas para obter vantagens indevidas e tentar influenciar terceiros. Portanto, a operação do Naco é um passo importante para proteger a integridade da justiça em Mato Grosso.
Além disso, a operação contou com a participação de várias instituições, incluindo a Polícia Militar e a Polícia Judiciária Civil. No entanto, é fundamental que a sociedade esteja atenta e denuncie qualquer suspeita de fraude ou crime.
Conforme mencionado na nota da Polícia Militar, a operação é um exemplo de como a colaboração entre as instituições pode levar a resultados positivos. Em conclusão, a justiça deve ser protegida a todo custo.
Para mais informações sobre a operação e o trabalho do Naco, consulte o link aqui.










