A Polícia Civil de Mato Grosso, em ação conjunta com o Ministério da Agricultura, realizou uma apreensão expressiva de whisky adulterado em Várzea Grande nesta quinta-feira (23.10). Mais de 7 mil garrafas foram recolhidas de uma distribuidora suspeita de abastecer supermercados na região, um golpe significativo contra a distribuição de bebidas irregulares.
Whisky adulterado: Distribuidora sob investigação em Várzea Grande
A operação, que contou com o apoio da Vigilância Sanitária e da Politec, teve início após denúncias de consumidores que passaram mal após ingerir bebidas alcoólicas. As investigações preliminares indicam possíveis problemas de adulteração em lotes específicos de whisky adulterado, levantando preocupações sobre a segurança alimentar na região metropolitana.
Representantes de supermercados de Água Boa, Nova Xavantina e Barra do Garças apontaram a distribuidora de Várzea Grande como fornecedora principal. Diante disso, os órgãos fiscalizadores intensificaram as apurações na empresa, buscando entender a origem e o alcance da distribuição de whisky adulterado.
O delegado Rogério Ferreira, titular da Decon, explicou que a retenção visa retirar as bebidas de circulação até a conclusão da investigação. Ele ressaltou que ainda não há confirmação de falsificação. Contudo, divergências entre números de lote da caixa e das garrafas levantaram suspeitas sobre o conteúdo. A presença de substâncias nocivas é uma preocupação constante em casos de whisky adulterado.
Esta ação ocorre em um momento crítico, pois Mato Grosso registrou o primeiro caso confirmado de contaminação por metanol em bebida alcoólica. A vítima, um jovem de Várzea Grande, apresentou sintomas graves. Assim, a Decon também apura este caso isolado que pode estar relacionado ao consumo de produtos de procedência duvidosa, como o whisky adulterado que está sendo investigado. A comunidade de Várzea Grande clama por mais segurança.
A Polícia Civil continua as investigações para identificar toda a rede de distribuição e os responsáveis pela produção e venda de whisky adulterado. A orientação é que consumidores fiquem atentos a sinais de irregularidade nas garrafas e, em caso de suspeita, procurem os órgãos de defesa do consumidor. Operações como esta são cruciais para coibir crimes contra a saúde pública.
Para mais informações sobre operações de segurança e fiscalizações, acesse esta reportagem sobre adulteração de bebidas em VG. A segurança do consumidor é prioridade. O combate ao whisky adulterado em Várzea Grande é um esforço contínuo.









