É comovente, ao meditar o Evangelho da Samaritana, ver como Jesus, naquele meio-dia samaritano, se deu ao trabalho de ser inconveniente. Não apenas atravessou uma fronteira geográfica, mas também cometeu a heresia de ser vulnerável. Dá-me de beber, um Deus que pede favores, que falta de estratégia de marketing. Se fosse hoje, os nossos conselheiros pastorais dir-Lhe-iam que sentar-se junto a uma mulher de reputação flexível seria um desastre para as relações públicas da Igreja.
A vulnerabilidade de Jesus é um exemplo para nós. Ele se deu ao trabalho de ser inconveniente e de se relacionar com as pessoas de maneira real e autêntica. Além disso, é fundamental entender como Ele se relacionava com as pessoas e como isso pode nos inspirar em nossos próprios relacionamentos.
A Samaritana: Uma Mulher que Se Reconheceu
- Reconheceu-se e, por isso, reconheceu o Messias;
- Tornou-se apóstola porque aceitou que era um desastre amado por Deus;
- Agora, é uma mulher que inspira as pessoas a se olharem no espelho da Verdade.
Por exemplo, quando a Samaritana se viu ao espelho da Verdade, ela teve a coragem de se reconhecer e de se aceitar. Isso é algo que precisamos fazer mais vezes, para que possamos ser como a Samaritana e encontrar a paz e a felicidade.
No entanto, muitas vezes, nos escondemos atrás de máscaras e de aparências, tentando esconder nosso verdadeiro eu. Mas, em conclusão, é preciso ser vulnerável e aceitar quem somos, para que possamos encontrar a verdadeira felicidade.
Para saber mais sobre a importância da vulnerabilidade, leia nosso artigo “A Importância da Vulnerabilidade no Trabalho de Equipe” no Portal163.










