Um sonho para que nenhuma menina em Cuiabá desista dos estudos por falta de condições, por precisar cuidar dos irmãos ou por ouvir que “lugar de mulher não é na sala de aula”. Esse é o desejo da vereadora Katiuscia Manteli (PSB), que reitera seu compromisso com a equidade neste Agosto Lilás.
Um futuro sem medo e com protagonismo
A vereadora sonha com o dia em que as mulheres cuiabanas, sejam elas negras, indígenas, periféricas, donas de casa, chefes de família ou mães solo, não sintam medo de sair de casa, de usar o transporte público sozinhas, de dizer “não” e de ocupar os espaços que lhes foram negados.
“Eu sonho com o dia em que as mulheres da nossa cidade — negras, indígenas, periféricas, donas de casa, chefes de família, mães solo — não tenham medo de sair de casa, de pegar o ônibus sozinhas, de dizer ‘não’ e de ocupar os espaços que sempre lhes foram negados.”
Um anseio profundo é que nenhuma mulher precise morrer por ser mulher. A esperança é que as estatísticas da violência deixem de carregar nomes, histórias e rostos interrompidos.
“Eu tenho um sonho de que nenhuma mulher precise morrer por ser mulher. Que as estatísticas da violência deixem de carregar nomes, histórias e rostos interrompidos.”
Cuidado e maternidade como responsabilidade social
Katiuscia Manteli também vislumbra um tempo em que o cuidado, o trabalho doméstico e a maternidade sejam reconhecidos como responsabilidades sociais compartilhadas por todos, e não apenas como obrigações naturais.
“Eu sonho com o tempo em que o cuidado, o trabalho doméstico e a maternidade sejam reconhecidos não como obrigações naturais, mas como responsabilidades sociais, compartilhadas por todos.”
O desejo é por uma cidade onde as mulheres liderem em todas as esferas: escolas, negócios, comunidades, sindicatos, conselhos e na política.
“Eu sonho com uma cidade onde as mulheres lideram: nas escolas, nos negócios, nas comunidades, nos sindicatos, nos conselhos, na política.”
Políticas públicas que ouçam as mulheres
A vereadora defende políticas públicas que enxerguem as mulheres por inteiro, que acolham suas dores, suas urgências e seus sonhos. Escolas que promovam o respeito, centros de saúde que acolham e políticas de assistência que libertem são fundamentais.
“Sonho com políticas públicas que enxerguem as mulheres por inteiro — que ouçam suas dores, suas urgências e seus sonhos. Com escolas que ensinem o respeito, com centros de saúde que acolham, com políticas de assistência que libertem, e não apenas sobrevivam.”
Para ela, os gabinetes políticos devem ser instrumentos de transformação real, onde legislar seja um ato de amor às pessoas. Por isso, Katiuscia segue propondo, cobrando, fiscalizando e construindo projetos que dialoguem com a realidade de quem mais precisa.
“Eu tenho um sonho de que os gabinetes políticos sejam instrumentos de transformação real. Que legislar seja um ato de amor às pessoas. E é por isso que sigo propondo, cobrando, fiscalizando e construindo projetos que dialoguem com a realidade de quem mais precisa.”
Igualdade de gênero: uma causa de todos
A igualdade de gênero, segundo a vereadora, não é uma pauta exclusiva das mulheres, mas uma causa de justiça, dignidade e democracia. Cada mulher que fica para trás por fome, violência ou falta de oportunidade não são números, mas vidas reais.
“Porque igualdade de gênero não é pauta só das mulheres — é uma causa de justiça, de dignidade, de democracia. E porque cada uma de nós, que fica pra trás por fome, violência ou falta de oportunidade, não são números em um relatório: são vidas reais.”
Agosto Lilás: um mês de luta e esperança
O Agosto Lilás é um mês de mobilização nacional pelo fim da violência contra a mulher. Uma campanha que fala de urgência, mas também de esperança, pois ao denunciar, informar e acolher, vidas são salvas.
A violência contra a mulher é resultado direto de uma sociedade que naturaliza desigualdades, silencia vozes femininas e ignora os direitos de metade da população.
Neste mês e em todos os outros, a vereadora reafirma seu compromisso com a equidade, buscando políticas públicas que ampliem oportunidades, garantam segurança, promovam saúde, eduquem para a liberdade e devolvam às mulheres o protagonismo que é delas por direito.
“Eu tenho um sonho. E luto todos os dias para que ele vire realidade. Porque sonhar é o primeiro passo. Mas transformar é a nossa missão.”










