Várzea Grande: Adutora estoura e deixa bairros sem água

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Os problemas de saneamento básico em Várzea Grande são uma constante, afetando o abastecimento de água potável, coleta e tratamento de esgoto, limpeza urbana, manejo de resíduos e drenagem.

A falta de água nas torneiras é uma realidade que se arrasta por décadas para a população varzeagrandense.

A prefeita Flávia Moretti e o vice Tião da Zaeli, em seus sete meses de gestão, assumiram o compromisso de melhorar o setor, mas enfrentam desafios diários.

Estouro de adutora agrava crise hídrica

Na última terça-feira, a situação se complicou com o estouro da adutora da ETA do Pari, localizada na região do Chapéu do Sol. A obra, inaugurada no ano passado pelo ex-prefeito Kalil Baracat, já havia apresentado problemas no mês anterior e, agora, com este novo incidente, dezenas de bairros foram afetados.

Os moradores de bairros como Jardim Esmeralda, Imperial, Alá, parte do Mapim, Mangabeira, Loteamento Jatobá, Guarita, Terra Nova, MRV Chapada dos Pinheiros, seis condomínios (Rubi, Esmeralda, Verana, Colinas Dourada, Origem e Origem do Sol), e o loteamento Genebra, além de Guanabara, Manaíra, Chapéu do Sol, Nova Aliança, Manancial, Nova Esperança, Nova Ipê, Parque das Américas e seis residenciais (Clóvis Vetorato, Júlio Domingos, Jacarandá, Jequitibá, Veredas e José Carlos Guimarães) estão sem o fornecimento de água.

A gestão municipal busca solucionar o problema, que é mais um dos desafios enfrentados para garantir o saneamento básico na cidade.

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