Tuberculose em presos: um problema de saúde pública
Em 2026, o sistema prisional de Mato Grosso registrou 109 casos de tuberculose entre presos, destacando a importância da vigilância e do tratamento dessa doença, especialmente quando se trata de tuberculose em presos.
A Secretaria de Estado de Justiça (Sejus-MT) informa que todos os detentos diagnosticados estão em tratamento e não houve nenhuma morte causada pela doença nas unidades prisionais do Estado até agora.
Vigilância e tratamento: fundamentais para prevenir a propagação da tuberculose
Além disso, a tuberculose é uma doença que atinge principalmente os pulmões e pode ser transmitida pelo ar, principalmente em locais fechados e com muitas pessoas convivendo no mesmo espaço, como ocorre nos presídios, o que torna a tuberculose em presos um problema de saúde pública.
Para tentar evitar a propagação da doença, o Estado mantém um trabalho de exames e acompanhamento dentro das unidades prisionais, como explica a Secretaria de Estado de Saúde (SES) no artigo.
Desde 2021, cerca de 13.435 atendimentos já foram realizados no sistema penitenciário mato-grossense, destacando a importância da vigilância e do tratamento dessa doença.
Os presos passam por exames como Teste Rápido Molecular (TRM) e raio-X do tórax, feitos por meio de uma unidade móvel da SES, que percorre as penitenciárias do Estado, além de coletas de material para investigação da doença e acompanhamento dos pacientes que recebem diagnóstico positivo.
Segundo a Sejus, o serviço foi ampliado neste ano com novos exames e tecnologias para acelerar os atendimentos nas unidades prisionais, o que é fundamental para prevenir a propagação da doença e garantir a saúde dos presos.
A tuberculose é uma doença que atinge principalmente os pulmões e pode ser transmitida pelo ar, principalmente em locais fechados e com muitas pessoas convivendo no mesmo espaço, como ocorre nos presídios, portanto, é fundamental que o Estado mantenha um trabalho de exames e acompanhamento dentro das unidades prisionais.
Além disso, a vigilância e o tratamento dessa doença são fundamentais para prevenir a propagação da tuberculose em presos, como demonstra o trabalho da Sejus e da SES.










