Portanto, uma operação denominada Boca Maldita deflagrada pela Polícia Civil investiga uma organização criminosa que utiliza perfis fakes ataques nas redes sociais para atacar servidores públicos e políticos em Mirassol d’Oeste. As investigações indicam que esse tipo de atuação aumenta o alcance de mensagens ofensivas, dificulta a responsabilização individual e alimenta a desinformação local. Ao todo, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão e outras duas medidas cautelares. Para acompanhar as atualizações, consulte Portal 163.
No entanto, a Polícia Civil aponta que são investigados crimes de injúria, difamação e calúnia praticados por esta organização. Além disso, as apurações indicam que as ações ocorreram por meio de redes sociais e plataformas digitais, disseminando conteúdos ofensivos e ampliando o alcance das ofensas. Observa-se ainda que diversos relatos de cidadãos e servidores públicos em Mirassol d’Oeste e cidades vizinhas indicam um padrão de ataques coordenados, com perfis que atuam de forma integrada.
- Três mandados de busca e apreensão
- Outras duas medidas cautelares
- Crimes de injúria, difamação e calúnia
perfis fakes ataques
As investigações apontam que os ataques atingiram diversos cidadãos, incluindo servidores públicos e políticos de Mirassol d’Oeste e municípios vizinhos, gerando preocupação diante do potencial de propagação. Os episódios envolvem os perfis fakes ataques que circularam nas redes; para acompanhar, leia mais em Portal 163.
Conforme o delegado Gustavo Ataíde, responsável pelas investigações, a atuação coordenada entre diferentes cidades sugere a existência de uma possível associação criminosa voltada à prática sistemática de crimes contra a honra no ambiente digital. No entanto, “O ambiente virtual não é uma terra sem lei; o anonimato nas redes sociais é apenas aparente. Crimes praticados pela internet deixam rastros e podem resultar na responsabilização criminal de seus autores”, destacou o delegado.
As diligências continuam em andamento, e novas medidas não estão descartadas. Além disso, perfis fakes ataques continuam a aparecer em conteúdos online, reforçando a necessidade de responsabilização. Em conclusão, os fatos apurados serão encaminhados ao Poder Judiciário e ao Ministério Público para as providências cabíveis.










