O vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) posicionou-se contra a conversão do PL da Anistia em PL da Dosimetria. Ele defende o perdão total aos presos bolsonaristas condenados pelos ataques de 8 de Janeiro, em contestação ao resultado eleitoral.
Pivetta defende perdão total para bolsonaristas
Pivetta argumentou que os presos já estão sendo punidos de forma extrema, com penas que variam de 14 a 17 anos. Além disso, muitos já cumpriram de dois a três anos de reclusão. Portanto, ele acredita que uma anistia seria o caminho justo.
Nessa linha, o vice-governador comparou a situação atual a outros atos de terrorismo no Brasil, nos quais os praticantes não foram punidos. Ele expressou claramente que, em sua opinião, o Brasil já presenciou episódios mais graves sem a devida punição dos envolvidos.
“Eu acho que as pessoas que cometeram aqueles delitos naquele momento já foram castigadas durante esses quase quatro anos. Houve no Brasil movimentos de terrorismo muito maiores do que esses e ninguém foi preso. Então, eu concordo com a anistia, eu acho que esse pessoal já sofreu um castigo grande e já tá de bom tamanho”, avaliou Pivetta.
O Partido Liberal buscava incluir o ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado a mais de 27 anos, na anistia. No entanto, a escolha do relator do PL lançou dúvidas sobre a possibilidade de deslegitimar as condenações. A expectativa agora é por uma contenção de danos, possivelmente através da redução de penas.
Simpatizantes de Bolsonaro e dos presos defendem uma anistia ampla, geral e irrestrita, abrangendo atos de 2019 a 2023. Isso apagaria qualquer ato ilegal praticado pelo ex-presidente e a ação que culminou na destruição da Sede dos Três Poderes. Para mais informações sobre debates políticos regionais, acesse nosso portal.
Em conclusão, a discussão sobre o perdão total aos presos bolsonaristas segue aquecida, com divergências significativas entre os representantes políticos e a sociedade.










