A primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, defendeu penas mais duras para feminicidas, argumentando que as punições atuais não inibem a violência contra a mulher. Mato Grosso lidera esse triste ranking, com quase 40 mulheres assassinadas por parceiros ou ex-parceiros em 2025. A segurança feminina é um clamor urgente.
Penas mais duras para feminicidas: um clamor por justiça
Virginia Mendes utilizou as redes sociais para destacar que a discussão sobre o tema transcende a política, sendo, na verdade, um clamor em prol da segurança feminina. Ela ressaltou que, apesar dos esforços do governo e das forças de segurança, os criminosos não demonstram mais temor das punições vigentes. A necessidade de ações mais efetivas é notória.
“Queremos penas mais duras contra feminicidas!”, enfatizou a primeira-dama em suas postagens. Portanto, ela cobra do Congresso Nacional e do Governo Federal uma atualização urgente do Código Penal, que está desatualizado há mais de 80 anos. Assim, ela argumenta que 40 anos de prisão é insuficiente para os assassinos de mulheres. São necessárias mudanças significativas.
A primeira-dama também mencionou a possibilidade de pena de morte ou prisão perpétua. Contudo, é importante ressaltar que essas punições não são permitidas pela Constituição Federal brasileira. A primeira-dama também elogiou o engajamento da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) na causa, embora tenha criticado o arquivamento da CPI que apuraria falhas na prevenção desses crimes no estado. A vigilância deve ser constante.
Em suma, a busca por penas mais duras para feminicidas reflete a crescente preocupação com a segurança das mulheres em Mato Grosso e no Brasil. Por exemplo, a falta de medo dos criminosos em relação à justiça demonstra a necessidade de medidas mais rigorosas. É essencial que o Congresso Nacional e o Governo Federal atuem de forma decisiva.
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