O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes, expressou profundo pesar e vergonha diante do alarmante índice de feminicídios no estado. Por isso, defende punições mais duras contra feminicidas, incluindo a pena de morte e prisão perpétua. Conforme ele, o Governo tem buscado freneticamente frear esses crimes.
Ações e Reflexões sobre a Pena de Morte
O Executivo tem investido em diversas frentes, com tecnologia, Patrulhas Maria da Penha e delegacias especializadas. Entretanto, a realidade é complexa: 34 mulheres foram assassinadas sem qualquer registro prévio de violência. A busca por soluções para a pena de morte feminicídio é constante.
Durante a assinatura de um protocolo de cooperação com o Judiciário e o Ministério Público, Mendes lamentou: “Usado tecnologia, as nossas Patrulhas Maria da Penha e criado Delegacias de Proteção das Mulheres”. O acordo visa fortalecer a rede de proteção e agilizar respostas.
Ademais, o governador destacou a importância da conscientização e denúncia. Campanhas serão lançadas para encorajar vítimas e a sociedade a reportar casos. A meta é intimidar os agressores, mostrando que a pena para feminicídio agora é de 40 anos de reclusão.
Questionado sobre a eficácia de penas mais altas, Mauro Mendes citou análises globais. Países com leis mais rigorosas, como prisão perpétua e pena de morte, teriam demonstrado maior segurança. Portanto, a pena de morte é vista como um caminho para mudar a cultura.
Medidas Integradas contra a Violência
O novo protocolo prevê ações integradas, como acolhimento às vítimas, melhor fluxo de informações e monitoramento eletrônico de agressores. A Secretaria de Segurança Pública (Sesp) e a Secretaria de Justiça (Sejus) terão papéis cruciais. A ideia é expandir o uso de tecnologias para resposta rápida.
O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) ficará responsável por determinar e acompanhar medidas protetivas. A Procuradoria-Geral de Justiça (PGJ-MT) também atuará na fiscalização e acompanhamento judicial.
O secretário de Segurança Pública, coronel César Roveri, ressaltou o trabalho conjunto. “Ano passado, foram emitidas 17.910 medidas protetivas. Esses números são importantes para mostrar o quanto nossas instituições estão atuando”, afirmou.
No evento, estiveram presentes diversas autoridades, como a primeira dama Vírginia Mendes e a senadora Margareth Buzetti. Para mais informações sobre segurança e combate à violência, acesse nosso portal.










