A Nova Zelândia lançou um plano ousado para impulsionar sua educação internacional, com a meta de dobrar a contribuição econômica do setor até 2034, alcançando cerca de R$ 24 bilhões. O governo está implementando medidas para tornar o país um destino ainda mais promissor para estudantes universitários estrangeiros.
Ampliação de Direitos e Permanência
As novas políticas incluem a ampliação dos direitos de trabalho para estudantes durante os estudos e a criação de condições mais atrativas para a permanência após a graduação. Isso posiciona a Nova Zelândia como uma alternativa competitiva a países como Estados Unidos, Reino Unido e Austrália.
Trabalho Durante os Estudos
Estudantes universitários internacionais agora podem trabalhar até 25 horas semanais durante o período letivo, um aumento em relação às 20 horas anteriores. Essa mudança oferece maior independência financeira e possibilita a inserção no mercado de trabalho local, além da aquisição de experiência prática.
Facilitação para Formados
Outra medida estratégica é o fortalecimento das regras para facilitar a permanência de formados no país, com um caminho mais acessível para vistos de trabalho após a graduação. A política visa aproveitar talentos formados nas instituições neozelandesas para suprir a escassez de mão de obra qualificada em diversos setores.
Visão Especializada
Gavur Kirst, especialista em educação internacional, comentou as novas diretrizes:
“O ambiente seguro, a alta qualidade acadêmica e a natureza acolhedora do país já eram fatores atrativos. Com as novas regras, a Nova Zelândia sobe de patamar, oferecendo aos jovens não apenas uma formação de excelência, mas também um projeto de vida”.
Ele também destacou a visão do país:
“Para estudantes brasileiros e de outros países em desenvolvimento, que buscam segurança, qualidade e perspectivas concretas de crescimento profissional, o país se consolida como uma das opções mais inteligentes para o futuro acadêmico e profissional”.
Nova Zelândia na Contramão
Em contraste com outros países que apertam regras migratórias, a Nova Zelândia abre portas, facilita caminhos e constrói pontes entre educação e empregabilidade. Essa abordagem estratégica visa atrair e reter talentos globais.










