Mais de 700 porções de drogas são apreendidas em casa vizinha de faccionado morto em confronto

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THIAGO STOFEL

DA REDAÇÃO

Mais de 700 porções de drogas prontas para serem comercializadas foram apreendidas por policiais da GCCO e Draco, na tarde desta quinta-feira (20), em Cuiabá. A residência fica ao lado do local em que Gilmar Machado da Costa, vulgo “Gilmarzinho”, morreu em confronto com policiais civis.

O delegado Rodrigo Azem contou para reportagem que não tinha ninguém na casa, porém, foi descoberto que o local era alugado por Gilmar para guardar a droga.

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No casa, foram apreendidas 50 porções de pasta base de cocaína, 697 papelotes de maconha e diversas porções de maconha distribuídas em pacotes de tamanhos diferentes, além de quatro balanças de precisão. Outros objetos não especificados também foram encontrados e apreendidos.

Gilmar foi um dos alvos da “Operação Acqua Ilícita”, deflagrada nesta quinta-feira (21). A ação buscou desmantelar um grupo criminoso responsável por extorquir comerciantes da região por meio de ameaças.

Morto em confronto 

Durante o cumprimento de mandado de prisão em sua casa, o alvo estava na companhia do amigo Fábio Junior Batista Pires, vulgo Farrame, onde ambos teriam reagido e atirado contra os policiais. Ambos foram atingidos e morreram ainda no local.

Em entrevista, a esposa de Gilmar negou a versão apresentada pela polícia, e disse que o marido não reagiu contra os policiais, e que na verdade, ele foi assassinado a sangue frio. Ela ainda assume que o marido fazia coisas ilícitas, mas que tinha bom coração.

Gilmar e Fábio eram membros da facção criminosa Comando Vermelho.

O caso é investigado.

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