Juiz nega liberdade a tenente acusado de tentar matar motorista de aplicativo

Juiz nega liberdade a tenente
Juíza Mônica Catarina Perri Siqueira nega liberdade a tenente Rennan Albuquerque de Melo acusado de tentar matar motorista de aplicativo.
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Juiz nega liberdade a tenente acusado de tentar matar motorista de aplicativo

A juíza Mônica Catarina Perri Siqueira, pela 12ª Vara Criminal de Cuiabá, manteve a prisão preventiva do tenente da Polícia Militar Rennan Albuquerque de Melo e negou acordo de não persecução penal e absolvição à advogada Karoline Pereira Miranda, esposa do militar, por juiz negar liberdade a tenente. A decisão foi baseada na garantia da ordem pública, conveniência da instrução criminal e aplicação da lei penal.

Prisão preventiva mantida

A juíza destacou a gravidade do crime e o risco concreto de reiteração. Além disso, a conduta do tenente foi desprezível e demonstra juiz negar liberdade a tenente. A conduta do tenente também pesou na decisão da juíza, como mostrou o caso de motorista de aplicativo sofre agressão em Cuiabá.

Rennan está preso desde dezembro de 2025, acusado de tentar matar um motorista de aplicativo após discussão de trânsito no bairro Goiabeiras. Após a discussão, o tenente bateu de propósito o carro contra o veículo do outro homem e disparou várias vezes, atingindo a perna e a cabeça dele.

Advogada também é acusada

Karoline Pereira Miranda, esposa do militar, também foi acusada de fraude processual qualificada por ter registrado um boletim de ocorrência falso para tentar apagar provas do crime.

O caso segue em andamento e Rennan continua preso preventivamente. Leia também: A conduta do tenente também pesou na decisão da juíza.

Em 2024, ele foi denunciado por agredir Lourival Valério de Farias, de 60 anos, após invadir a casa do idoso no Goiabeiras alegando apurar tráfico de drogas. No início de 2025 foi afastado da PM depois de agredir um adolescente dentro de um condomínio no Santa Rosa.

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